Fórum do Búfalo

Versão Completa: Infidelidade Feminina
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Páginas: 1 2 3
Texto arrasador. Uma dose de realidade entregue diretamente na cara! Enjoy!

[Imagem: voadora.jpg]

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http://memoriasdeumex.blogspot.com.br/20...mment-form

Fonte: The Quarterly Occidental
Tradução, adaptação e resumo: Silvio Stodieck Koerich
Postado por: Libertador no Forum Homens Realistas

O livro de Michelle Langley infidelidade feminina é o provavelmente o primeiro livro revisado pelo The Quarterly Occidental que foi propagandeado ser ?enviado sem menção ao conteúdo do pacote. Mas mesmo que você não seja uma esposa adúltera, há boas razões pra prestar atenção à dissolução social documentada no livro. Para se manter uma sociedade avançada requer-se um alto investimento dos casais. A principal ameaça a esse cuidado parental apropriado nos nossos tempos é o divórcio, esmagadoramente iniciado pela esposa (70-75% das vezes, de acordo com Langley).

A tese principal do livro dela é uma impopular teoria que ela já publicou anteriormente: As mulheres não são naturalmente monogâmicas aos homens. Pesquisas bioquímicas apontam para um ciclo sexual natural de 4 anos para a fêmea humana. Isto aparentemente permite tempo suficiente depois do parto para a mulher comum em sociedades primitivas de recobrar sua habilidade de sobreviver sem o provedor masculino. Na falta de qualquer sistema de casamento, a tendência natural da mulher em um certo ponto é de se livrar do parceiro. Quando seus hormônios a preparam novamente para reproduzir elas simplesmente pegam outro homem. Langley cita o livro de Helen Fisher, Anatomia do Amor e o livro de Burnham e Phelan, genes cruéis para dar suporte a sua tese. De acordo o este último livro, separação e divórcio tem maior chance de ocorrer no quarto ano de casamento “em mais de 60 culturas radicalmente diferentes".

O comportamento sexual selvagem feminino é governado por um número de substâncias químicas. A euforia da paixão é associada com o estimulante "feniletilamina", naturalmente produzido no corpo pela atração erótica. A exemplo de outras drogas, é viciante, e as pessoas gradualmente criam tolerância, precisando cada vez níveis maiores para atingir o mesmo efeito. Com o tempo perde o poder sobre nós e a paixão é substituída pelo calmo sentimento de ligação aos nossos parceiros. Mas o sentimento de apego e ligação é mais parecido com o efeito de um sedativo ou narcótico do que um estimulante.
Há também os hormônios a considerar. O desejo sexual em ambos homem e mulher estão ligados aos níveis de testosterona.

Estes são sempre maiores obviamente no homem; mas a diferença é maior na vida adulta quando as pessoas estão normalmente se fixando com seus parceiros. Com o envelhecer dos homens, seus níveis de testosterona gradualmente diminuem; o da mulher aumenta. Atingindo seus trina anos a mulher fica com mais pêlos, sua voz engrossa e elas se comportam mais assertivamente. E nas palavras da autora “é muito comum pra elas experimentarem um dramático aumento do desejo por outros homens" (Langley cita o livro "A alquimia do amor e desejo e a química do amor" para embasar-se).

A autora do livro Infidelidade feminina não é uma pesquisadora profissional neste campo. Ela testemunha que após 4 anós de um casamento feliz e pouco depois de fazer 27 anos, ela começou a se sentir entendiada e infeliz sem razão aparente. Ela se voltou para um número de livros e profissionais, e todos estes concordavam que a culpa era do marido; Ela mesma adotou por um tempo essa visão oficial adotada por todos hoje em dia. Felizmente – e ao contrário da maioria das mulheres – ela continuou cavando mais respostas. Ela se encontrou com mulheres, a princípio por acaso, que descreviam experiências semelhantes e as questionou sobre isso. Depois ela começou a procurar mais mulheres para entrevistas mais longas. Ela eventualmente entrevistou homens também.

Gradualmente, padrões consistentes começaram a emergir das histórias que ela ouvia. "Quando parei de contar eu tinha entrevistado 123 mulheres e 72 homens... eu fiquei fascinada de como algo tão predominante podia estar tão escondido."

Então, o que ela descobriu? Primeiro as mulheres tem maiores chances de confundir atração sexual com amor do que os homens. O sexos se comportam diferentemente sobre os sentimentos associados ao estágios iniciais de um caso romântico.
"Boa parte dos homens que eu conversei diziam que esse sentimento era paixão, mas a maioria das mulheres que eu conversei chamavam isso de amor... Mulheres em particular acreditam que, se elas encontrarem a pessoa certa, esse sentimento intenso irá durar. Elas foram ensinadas a acreditar que elas devem apenas querer sexo com alguém que elas amam. Então quando uma mulher deseja um homem ela pensa que ela está amando e quando o desejo sexual acaba ela pensa que não está mais amando."

A mulheres frequentemente falam de conseguir compromisso dos homens, mas isso implicaria a preferência por homens comprometidos em se casar. Langley observa a tendência oposta das entrevistadas. Elas frequentemente se relacionam com homens que são emocionalmente inacessíveis. Ao invés de escolher homens que estão interessados em desenvolver um relacionamento, estas mulheres escolhem homens que as fazem se sentir inseguras. Insegurança pode criar motivação e excitação. As mulheres que tem a expectativa de agitação e excitação nos seus casamentos (e muitas tem) irão frequentemente trocar a possibilidade de relacionamentos verdadeiros pela excitação de relacionamentos sem futuro e irreais. Não é incomum para mulheres definharem por homens que fogem de compromisso enquanto elas esquivam-se da atenção dada a elas por homens que estão prontos e afim de comprometerem-se com elas.

Muitos comentários superficiais e mal informados sobre a revolução sexual presumem que "homens querem sexo e mulheres casamento". Langley faz uma válida distinção: Mulheres querem SE CASAR mas não querem ser casadas. Ou seja, elas muitas vezes não amam tanto o seu marido mas sim a sua fantasia feminina de ser noiva em que o homem serve como o necessário enfeite.

As mulheres querem vestir o vestido e ter a festa de casamento. Muitas mulheres esperaram ansiosamente o dia principal de suas vidas, que no final iria acabar armando um grande tombo nelas. Muitas mulheres são as mais felizes quando focadas em cumprir algumas partes da fantasia "se-casaram-e-viveram-felizes-pra-sempre". Elas estão contentes, mesmo em relacionamentos relativamente não completos desde que alguma parte da fantasia esteja lá pra se viver.

Quando uma mulher quer se casar ela vai geralmente deixar passar várias coisas que o homem faz e muitas vezes vai deixar-ser ser mal tratada. Depois que ela se casa, não só a excitação da conquista está acabada, mas depois de alguns anos de casamento o fogo da atração vai estar se apagando também. Neste ponto, muitas mulheres descobrirão que o casamento não chega nem perto de atingir suas expectativas. Algumas mulheres se sentem estúpidas por quererem tão intensamente casar.

Os homens que se sentiram pressionados por um compromisso sério algumas vezes apontam isso: “Porque isso é tão importante? O que vai ser diferente após nós casarmos?". Os homens estão certos claro: uma cerimônia de casamento não tem poder mágico de produzir felicidade eterna. Infelizmente isso é algo que as mulheres aprendem apenas na prática.

Umas das coisas que realmente mudam depois da festa de casamento é a disposição feminina de deixar passar os erros de seu homem. Muitos homens irão te dizer: “Quando minha esposa e eu namorávamos, pra ela eu nunca fazia nada de errado; agora que estamos casados eu nunca faço nada certo". De fato, diz a autora, as mulheres que toleraram os defeitos de seus homens e tentaram agradá-lo apenas para atingir sua fantasia matrimonial, frequentemente entram no casamento carregando uma enorme carga de raiva reprimida, que geralmente aparece com o tempo. O marido, por sua vez, se sente vítima dessa tática. Alguns se perguntam, o que seria da raça humana se as mulheres dissessem para seus namorados na cara dura: "você precisa se casar comigo para que eu possa parar de fingir que eu te amo pelo que você é, e começar a reclamar de todas as coisas que me incomodam em você."

Langley distingue, baseado em suas entrevistas, 4 típicos estágios na dissolução do casamento:

1- As esposas começam a sentir vagamente que "algo está faltando em suas vidas". Então elas começam a sentir falta de interesse em relações sexuais com seus maridos. A autora é clara que suas entrevistadas não estavam sendo abusadas ou maltratadas por seu maridos de maneira nenhuma. Porém, em alguns casos, "as mulheres falaram que quanto seus maridos as tocavam elas se sentiam violadas; elas diziam que seus corpos se congelavam e elas sentiam agonia no seu peito e uma ânsia em seus estômagos".

2- Depois de um certo intervalo elas experimentam um inesperado aumento do desejo sexual – mas não pelos seus fiéis maridos. Em muitos casos, a mulher não utiliza esse seu novo desejo sexual imediatamente. Geralmente ela passa por um período de sentimentos de culpa e ás vezes tenta aliviar esse sentimentos aumentando a atenção e cuidados aos maridos.
As mulheres, diz Langley, entram no casamento presumindo que são naturalmente monogâmicas. "Tentar ser fiel não parece natural pra elas. Elas recitam seu voto de casamento automaticamente como algo dado – é mais um item de tradição da cerimônia". Claro, um voto de casamento não é algo tão importante para alguém que presume que nunca irá cair na tentação de quebrá-lo.

Consequentemente, com o passar do tempo, as mulheres começam a racionalizar seus interesses eróticos extra-maritais. Se uma mulher simplesmente quer ficar casada e não está naturalmente atraída por outros homens, “qualquer infelicidade ou infidelidade da parte delas é presumida ser culpa dos homens que elas casaram". Isto me parece uma descoberta criticamente importante e pouco comentada: A vasta noção propagandeada de que a mulher é naturalmente monogâmica está ajudando a florescer a famosa mentalidade “culpe os homens por tudo". Por isso, por mais estranho que pareça, de modo a restabelecer a real prática da monogamia, é necessário descartar a noção de que mulheres são inclinadas a isso.

Uma vez que as mulheres começam a acreditar que seus desejos caprichosos e irregulares não realizados podem ser colocados como culpa das falhas de seus maridos, elas se tornam "negativas e sarcásticas quando falam sobre seus maridos e seus casamentos". É aí então que é só uma questão de tempo e oportunidade antes que as esposas passem para o adultério.

3- As mulheres envolvidas em casos fora do casamento falam de “sentimentos que nunca experimentaram e sentiram antes. Elas se sentiam "vivas de novo". Esta euforia era, porém, combinada com dor e culpa. Frequentemente antes de um encontro com o amante, elas prometiam que „esta seria a última vez?, mas eram incapazes de manter sua decisão." A autora interpreta isso como um comportamento de viciado relacionado a química cerebral da ligação erótica. Ela diz que “a loucura e alta emoção produzida pelo adultério é mais intensa do que o cortejo do marido fiel por causa da associação com a vergonha, culpa e segredo: uma hipótese plausível possivelmente tópico para pesquisas futuras.

Geralmente as mulheres não decidiam terminar seus casamento, o que dava uma sensação de segurança apesar de tudo. Divórcios sempre produzem ansiedade o que é uma espécie de anti-climax químico. Pessoas que estão juntas a algum tempo produzem um sentimento de segurança e conforto, como um sedativo; e a perda da pessoa que estamos ligadas produz um sentimento de pânico, como de uma criança perdida em uma supermercado, diz Langley. Então essas mulheres frequentemente estão em "vivendo no limbo, por anos, sem condições de decidir entre permanecer casadas ou procurar o divórcio". O que seria esperado é que elas eventualmente atingissem alguma luz sobre seus próprios sentimentos mas isso raramente acontece. A hipótese da autora é que "esclarecimento nunca vem, porque o que elas realmente estão tentando evitar é dor. Elas estão na esperança que um dia não doerá deixar o esposo, ou que algum dia elas não vão mais desejar estar com outro e irão retornar ao seu marido" (aqui a autora não menciona que renunciar ao marido poderá "doer" no seu suporte financeiro recebido do marido).

Ás vezes o amante termina a relação com a esposa adultera por uma séria de razões. Nesses casos, a mulher experimenta uma extrema mágoa, se torna profundamente depressiva e expressa tremenda raiva em cima dos maridos. De fato de acordo com a hipótese de Langley, elas estavam experimentando outra forma de anti-climax – é como se um viciado em estimulantes parasse de uma vez abruptamente de tomá-los. Essas mulheres "colocavam como de extrema importância encontrar um relacionamento que as desse as mesmas emoções que elas experimentavam com seus casos". Nesse meio tempo, “algumas mulheres voltaram a ter relações esporádicas com o marido em um esforço para resguardar seu casamento". Embora não atraídas mais pelos seus maridos, “o desejo por eles era temporariamente aumentando quando elas suspeitavam que seus maridos estavam sendo infiéis ou mostravam sinais de que estavam as largando." Em outras palavras, mesmo esposas que são e foram infiéis por anos queriam manter seus maridos por perto – não queria que eles a deixassem.

4- Finalmente algumas mulheres realmente atingem alguma forma de resolução. Elas podem ou divorciar ou continuar com seus casos indefinidamente. Langley não menciona um único caso em que a mulher adultera voltou para seu marido sinceramente e devotadamente. “E aquelas que divorciaram e recasaram expressaram remorso por machucar seus filhos e ex-maridos apenas para se encontrarem sentindo as mesmas antigas emoções no novo casamento". Em outras palavras, elas atingiram seu segundo ciclo sexual selvagem e o tédio voltou. A libido natural da fêmea resulta em poliandria (mulher com vários maridos). Langley até intitula um capitulo "o jogo do namoro: versão feminina da conquista e descarte". Difícil alguém evitar não pensar que essas mulheres poderiam salvar todo mundo de muitos problemas apenas se mantendo fiéis ao seu voto de casamento.

Como outros observadores da cena contemporânea, a autora nota a força da raiva feminina. "é impossível de entender qualquer coisa sobre as mulheres neste país (ou no mundo) hoje, a não ser que você entenda que a) elas estão com raiva, e essa raiva é direcionada sobre os homens. b) As mulheres hoje em dia não procuram igualdade. Elas procuram retribuição-vingança".

Muito disso vem devido a doutrinação feminazi. Um regime ideológico (e feminazismo pode ser chamado, eu penso, de regime) pinta o passado com as cores mais negras possíveis para camuflar suas próprias falhas.
De acordo com a história oficial as mulheres viviam no inferno na terra antes dos gloriosos dias feministas. Elas eram brutalizadas, queimadas como bruxas, não podia se educar, não tinham alma. Infelizmente, Langley parece aceitar algumas dessas besteiras: "Quando as mulheres decidem deixar seus maridos, toda dor do seu passado juntamente com toda a dor que as mulheres sofreram na mão de homens na história é solta encima de seus maridos na forma de raiva não importa se seus maridos a trataram bem".

Langley está sólida quando sugere que as mulheres na verdade curtem estar com raiva porque isso as da uma espécie de poder: “Mulheres com ódio não apenas induz as outras pessoas a ficarem com medo, mas as induz a fazerem exatamente o que a pessoa com raiva quer para não sofrerem retaliações. Algumas mulheres ficam com raiva muito tempo depois de divorciar dos maridos porque por quanto mais tempo elas ficassem com raiva e seus maridos se sentindo culpados mais elas manteriam poder sobre eles".

Um terceiro fator são as expectativas irrealistas das mulheres sobre o casamento: “elas não estão recebendo o que querem do casamento: excitação e emoções contínuas em se casar e ficar casadas".

É importante apontar que estes termos "retribuição" e "vingança" implicam que os maridos falham com suas esposas de alguma forma. Se este não é o caso e Langley admite que na maioria dos caso não é, os termos apropriados para o comportamento feminino seria "sadismo" e "crueldade". Esta suposição é reforçada pelas observações da própria autora: "Eu percebi que uma vez que a mulher atinge certo ponto, não só sua raiva persiste mas ela quer continuamente punir e causar dor em qualquer um que a deixou zangada.... Os homens que eu entrevistei frequentemente usavam a palavra 'maldade' para expressar o comportamento de suas esposas".

Vamos considerar o ponto de vista dos homens entrevistados a esses padrões de comportamento feminino. Langley lista 3 obstáculos para que os homens se dêem conta da infidelidade da mulher:1) um tipo de atitude de elevado espírito como “minha esposa não é esse "tipo de mulher"; 2) a errada idéia de que a falta de interesse sexual com eles significava uma falta de desejo sexual geral; e 3) A não discussão e comparação dos seus problemas no casamento com outros homens, coisa que as mulheres rotineiramente fazem umas com as outras.

A autora enfatiza a ingenuidade dos homens que ela entrevistou. Uma das esposas destes maridos foi embora e alugou um apartamento; 3 anos depois ele ainda não tinha suspeitas que ela poderia estar com outro homem.Frequentemente as esposas que tiraram vantagem da ingenuidade e confiança de seus maridos eram elas mesmas altamente ciumentas: “Alguns dos maridos aprenderam a evitar olhares em restaurantes e lugares públicos porque eles tinham medo que sua esposa os acusasse de estar olhando pra outra mulher. Alguns falaram que sua esposa não queria que eles assistissem certos tipos de programa na tv".

Psicólogos chamam isso de projeção: A atribuição automática dos seus próprios pensamentos e motivações nos outros. Assim, mulheres infiéis tendem a suspeitarem; maridos fiéis a confiarem.

Na experiência da autora, entretanto, os homens não recebem muito crédito das suas mulheres por depositarem tanta confiança nelas. Algumas das mulheres se ressentiam da falta de suspeita dos maridos. Embora as mulheres nunca dessem nenhuma indicação de que não eram 100% fiéis elas pareciam achar seus maridos estúpidos por acreditarem nelas. Mulheres pensam que os homens deveriam saber que quando elas dizem "eu nunca trairia você", elas queriam dizer "eu nunca te trairia...mas apenas enquanto você me fizer feliz e eu não ficar entendiada". Claro, se os homens soubessem disso dificilmente algum deles iria se casar.

As mulheres podem até querer que seus homens as façam felizes, mas elas não dizem, e provavelmente não sabem elas mesmas, COMO isso pode ser feito. "As mulheres querem que seus maridos leiam suas mentes – suas emoções – porque é isso que elas fazem facilmente... elas querem que os homens antecipem suas necessidades e desejos." Mulheres, de fato, têm uma maior capacidade de perceber os sentimentos e necessidades dos outros sem comunicação verbal, uma adaptação evolucionária para dar conta da sobrevivência dos filhos menores. Quando elas esperam que os homens tenham a mesma habilidade elas ficam chateadas que seus maridos não são mulheres.

Eventualmente as mulheres saem do armário e dizem diretamente ao marido que estão "infelizes". Mas isso não significa que elas querem melhorar o casamento; elas não fazem esse tipo de reclamação específica até que elas estejam já certas 100% pra terminar o casamento. Não é incomum que elas tenham menos sentimentos por seus maridos do que um estranho na rua. Quando elas falam as várias falhas dos maridos em várias áreas do casamento na verdade é porque ele já foi demitido. Elas só estão dizendo as razões do término. Ela já tem outro “Príncipe encantado" para suprir suas necessidade de altas emoções e excitação.

Os homens raramente entendem isso. A autora descobriu que boas partes dos homens se culpavam demais pelas coisas que eles achavam que fizeram errado no casamento. Sua resposta inicial a reclamação de infelicidade no casamento era “tentar fazê-las felizes". “Boa parte dos casos, o marido se lançavam em fúteis tentativas de deixar suas mulheres felizes e serem mais atenciosos, passando mais tempo em casa, ajudando nas tarefas". Porém, não importando as reclamações passadas e presentas das mulheres, a última coisa que elas queriam era passar mais tempo com seus maridos." (Langley aponta que as mulheres realmente reclamavam que “o marido não prestava atenção nelas" mas traduz essa reclamação para “eu quero outro homem"). De fato, as esposas frequentemente ficavam bravas precisamente pelos esforços do marido em agradá-las, porque isto aumentava seus próprios sentimentos de culpa pela infidelidade. Algumas até percebiam a similaridade do comportamentos deles com o comportamentos anterior delas próprias para poder agarrar o homem em se comprometer com ela;" as mulheres sabem melhor que ninguém que esses esforços pra agradar podem ser uma forma de manipulação.

As mulheres ás vezes respondiam a isso com uma contra-manipulação; "elas pensavam que se fossem frias e tratassem seus maridos terrivelmente, os maridos iriam embora ou pediriam pra elas irem". Algumas vezes isso acontecia – o que, incidentalmente, explica porque as estatísticas de divórcio podem enganar. Uma parcela significativa dos 30% de divórcios pedidos pelos homens podem ser resultados da esposa deliberadamente manobrando seu marido em tomar o primeiro passo.

Mas nem dessa maneira fica fácil pras mulheres obterem o divórcio dos homens: “algumas das mulheres não conseguiam acreditar nas coisas que seus maridos estavam dispostos a aturar" (é.. são os homens que não querem se comprometer na relação não é?). A autora conta casos onde as mulheres deliberadamente provocavam o marido em atacá-las porque elas calculavam que isso as daria vantagem na disputa pelos filhos. Uma das razões pros maridos serem tão difíceis de provocar hoje em dia é que o único resultado em aceitar provocações será a cadeia, acusados de “abuso doméstico" e uma ordem de restrição os proibindo de ver os filhos.

Muito dos homens não tinham ninguem pra conversar além de suas esposas, o que explica porque eles tentavam tão desesperadamente manter suas esposas...alguns deles eram tão dependentes delas que não sabiam como viveriam sem elas mas todos falaram que seu medo principal era perder os filhos.

Os homens que entrevistei tinham medo de perder a família, mas as mulheres não tinham esse medo. As mulheres pensavam que estavam perdendo o marido e não a família. Os homens eram forçados a sair de casa e pra longe de seus filhos. Eles perdiam toda sua ligação com os entes queridos e isso era como perder sua própria indentidade.

Muitos se tornaram suicidas quando suas mulheres os deixaram e continuaram assim por muito tempo. Alguns dos homens disseram ter vontade de cometer homicídio. Por outro lado, “a palavra usada pela maioria das mulheres que eu entreviste para descrever seus maridos era “patético". Quando a dependência do marido pela esposa vinha totalmente à tona, as mulheres não ficavam comovidas ou gratificadas; Elas sentiam desprezo pois viam isto como fraqueza.

Langley relembra que ela entrevistou 2 homens que responderam efetivamente ao desafio da desonestidade de suas esposas. O primeiro homem tomou a iniciativa e entrou com pedido de divórcio depois de sua esposa expressar em diversas ocasiões que estava infeliz e considerava a sepração. Antes do divorcio finalizar, sua esposa estava tentando se reconciliar mas ele escolheu não devido a falta de interesse dela de trabalhar pra melhorar o casamento antes dele entrar com o pedido divórcio.

O segundo caso o homem em seu segundo casamento que cometeu os erros comuns no primeiro, acabou aprendendo com essa experiencia. Assim que sua segunda esposa falou vagamente em "infelicidade", ele já deduziu que ela estava com outro homem. Ele escreveu condições claras pra continuar com ela e se recusou a qualquer separação sabendo que isso seria prelúdio pro divórcio. Insistindo que ela parasse com seus caso extramarital imeditamente. Ao invés de tentar adivinhar a infelicidade dela ela foi firme e apenas disse "Reclamar não é mais aceitável. Se você quer que eu faça algo você deve me dizer o que. Eu não espero que você leia minha mente e eu não irei mais tentar adivinhar a sua". Funcionou.

Quando você destrói uma instituição social fundamental – e nenhuma é mais fundamental que o casamento – o resultado geralmente é uma lição poderosa do porque essa instituição foi estabelecida em primeiro lugar. Nunca antes nós observamos como as mulheres se comportam sem restrições de honra, vergonha, instruções religiosa ou medo de desgraça social e ruína financeira. Na palavra da própria autora, “nós apenas estamos começando a ter uma pequena visão do comportamento sexual natural feminino". Se essas histórias dela são apenas “pequenas visões", alguém só pode estremecer em imaginar a visão total do que vem por aí.

Destro

Mulheres traem porque gostam de trair ,não vejo outra explicação se encontrar algum homem melhor que o delas elas vão trair e ponto final ( melhor em algum sentido principalmente se for um macho mais viril e bonito que o delas ) mas não vão largar o marido afinal ele paga as contas e é o pai dos filhos dela .

Mestre Laveley

A autora poderia ter se poupado horas de pesquisa e entrevista apenas lendo NA, ela chegaria nas mesmas conclusões yaoming

É por isso que temos que agradecer tanto de ter conhecido a real: obtivemos um conhecimento que outras pessoas demorariam anos e teriam muito esforço despendido para conseguir.

Agora, essa parte final do texto é realmente arrasadora e faz uma previsão nefasta do futuro:


(03-10-2012, 09:56 PM)Andarilho Escreveu: [ -> ]Quando você destrói uma instituição social fundamental – e nenhuma é mais fundamental que o casamento – o resultado geralmente é uma lição poderosa do porque essa instituição foi estabelecida em primeiro lugar. Nunca antes nós observamos como as mulheres se comportam sem restrições de honra, vergonha, instruções religiosa ou medo de desgraça social e ruína financeira. Na palavra da própria autora, “nós apenas estamos começando a ter uma pequena visão do comportamento sexual natural feminino". Se essas histórias dela são apenas “pequenas visões", alguém só pode estremecer em imaginar a visão total do que vem por aí.



(04-10-2012, 12:25 AM)MacGaren Escreveu: [ -> ]Mulheres traem porque gostam de trair ,não vejo outra explicação se encontrar algum homem melhor que o delas elas vão trair e ponto final ( melhor em algum sentido principalmente se for um macho mais viril e bonito que o delas ) mas não vão largar o marido afinal ele paga as contas e é o pai dos filhos dela .

Elas traem pq querem sentir as emoções fortes que seus maridos paspalhos já não proporcionam mais.

Foi isso que a autora desse artigo e NA disseram.

E elas vão largar o marido sim: 50% dos casamentos terminando em divorcio, sendo até 70% deles com a mulher fazendo o pedido e grande parte dos outros 30% os homens pedem, mas manipulados pelas mulheres, como disse a autora, e tu quer dizer que elas não vão largar?

É claro que vão largar... e vão levar com elas os filhos e metade de tudo que o cara tem... fora a pensão né!
(04-10-2012, 12:25 AM)MacGaren Escreveu: [ -> ]Mulheres traem porque gostam de trair ,não vejo outra explicação se encontrar algum homem melhor que o delas elas vão trair e ponto final ( melhor em algum sentido principalmente se for um macho mais viril e bonito que o delas ) mas não vão largar o marido afinal ele paga as contas e é o pai dos filhos dela .

A grande constatação dessa história é que as mulheres do relato são como CRIANÇAS MIMADAS E IRRACIONAIS: ficavam com raiva do MARIDO por ele não ADIVINHAR que ela estava infeliz e por não DESCONFIAR que elas estavam tendo um caso. E ainda achavam que “qualquer infelicidade ou infidelidade da parte delas é presumida ser culpa dos homens que elas casaram".

Some isso com sensação boa que elas tem ao sentir raiva pois isso dá uma espécie de poder: “Mulheres com ódio não apenas induz as outras pessoas a ficarem com medo, mas as induz a fazerem exatamente o que a pessoa com raiva quer para não sofrerem retaliações. Algumas mulheres ficam com raiva muito tempo depois de divorciar dos maridos porque por quanto mais tempo elas ficassem com raiva e seus maridos se sentindo culpados mais elas manteriam poder sobre eles".

Óbvio que essa euforia se torna infinita uma vez que não se pode questionar qualquer ato/ação de uma mulher hoje em dia (já que isso é "opressivo") muito menos encostar nelas (mesmo que elas tentem de furar com um picador de gelo).

Some isso com a doutrina feminazi que apregoa que as mulheres viviam no "inferno do patriarcado malvado até serem libertadas pela santa palavra do feminazismo".

Hoje, qualquer menina criada a leite com pêra está nessa mesma condição de "não ter limites e não aceitar limites" e que "tudo é culpa do homem" e querem pagar de justiceiras e revanchistas de uma suposta opressão que ela não sabe o que é e nunca existiu de fato, só na folclorica cartilha feminazista. Estão todas barraqueiras e totalmente sem limites pois sabem que são intocaveis sob pena de judicializaçao e defesa manginistico. E se porventura apanharem de leve, melhor! Pois aí que vai haver munição pra se fazer de vítima e exigir mais e mais controle sobre os homens.

"é impossível de entender qualquer coisa sobre as mulheres neste país (ou no mundo) hoje, a não ser que você entenda que a) elas estão com raiva, e essa raiva é direcionada sobre os homens. b) As mulheres hoje em dia não procuram igualdade. Elas procuram retribuição-vingança".

Infelizmente a situação vai ter que piorar até o ponto das próprias mulheres teresm que controlar umas as outras, uma vez que os homens estão proibidos de se envolver nisso!

Ou seja, limite e auto-controle são conceitos que hoje em dia não se aplicam a mulheres:

http://canal.bufalo.info/2011/12/auto-co...Gzrla7F1IU

Quero ver onde isso vai acabar...
Ótimo tópico! Sensacional. Disse tudo que NA diz nos seus livros. Se por um lado elas tem problemas com limites e auto-controle, nós com muita disciplina e muita leitura de NA, poderemos conseguir, e é aí Confrades, que nós iremos rir, e não será pouco!!! hahahhahahha

Destro

(04-10-2012, 12:42 AM)Mestre Laveley Escreveu: [ -> ]
(04-10-2012, 12:25 AM)MacGaren Escreveu: [ -> ]Mulheres traem porque gostam de trair ,não vejo outra explicação se encontrar algum homem melhor que o delas elas vão trair e ponto final ( melhor em algum sentido principalmente se for um macho mais viril e bonito que o delas ) mas não vão largar o marido afinal ele paga as contas e é o pai dos filhos dela .

Elas traem pq querem sentir as emoções fortes que seus maridos paspalhos já não proporcionam mais.

Foi isso que a autora desse artigo e NA disseram.

E elas vão largar o marido sim: 50% dos casamentos terminando em divorcio, sendo até 70% deles com a mulher fazendo o pedido e grande parte dos outros 30% os homens pedem, mas manipulados pelas mulheres, como disse a autora, e tu quer dizer que elas não vão largar?

É claro que vão largar... e vão levar com elas os filhos e metade de tudo que o cara tem... fora a pensão né!
O seu pensamento só completa o meu de fato elas vão largar o marido quando não aguentarem mais trepar com aquele careca barrigudo :'' Droga vou me separar do X o desgraçado paga as minhas contas e do Huginho ,Zezinho e Luizinho ( filhos do casal ) mas não aguento mais trepar com aquele gordo nojento em cima de mim ,já estou trepando com o Z aquele bombado sarado como não aquento mais vou separar faço este porco gordo me pagar uma puta pensão já aquentei 10 anos trepando com este porco ,mas não aguento mais ,quem sabe posso ter com o Z uma aventura como Elizabeth no filme nove e meia semanas de amor ? vou fazer isto agora separo daquele porco gordo e careca e vou viver minha fantasia já aquentei demais ,este é o pensamento das digníssimas mulheres
Juvenada leia com atenção:

[Imagem: renasce.jpg]

Sempre faço uma leitura desse texto e cada vez mais que eu vejo relacionamentos de amigos e conhecidos e das ditas santinhas ,mais me convenço que essa mulherada é hipergamica de natureza,sem controle,motivada pelo simples desejo de emoções desenfreadas e como sabemos quando desmascaramos as espertinhas o vitimismo e o mimimi que fazem com inversões de culpas...

A Real de da um poder sem precedentes....um poder de discernimento sem igual no qual vc se destaca dos seus iguais...sem palavras...
Parabéns cara!
Uma hora alguém desce para te coroar , com a pá de ouro (ou de prata),
nunca tinha visto este post.

Interessante, é algo que eu instintivamente já sacava, essa imagem de mulher devota e tudo mais , é uma das maiores falácias da humanidade
Assimilar isso por completo é complicado , no final , muitos de nós pensamos em construir família , e nos incomodamos um pouco com essa carapuça, não é a toa que discutimos estas e outras questões.

A solução é o desapego , ao máximo que o homem conseguir alcançar, desejar causas maiores do que simplesmente a companhia sincera de uma mulher , para formar uma familia.
Isso é quase que totalmente uma ilusão, nunca conheci casos em que isso existiu de verdade.( uma relacionamento mais sincero)

No final das contas eu tenho certeza , que o homem se sente realmente
realizado após perceber que se dedicou e conclui um grande projeto , algo que vai além e influência e auxilia aos outros , construir uma família está alguns degraus abaixo disso, fazer um filho só , está até acima de ter família ao meu ver .

Por sermos jovens , damos certa importância a isso , sermos traídos " e minha imagem , como é que fica!" , mas os freios estão cada vez mais escassos , não só para as mulheres , e o caminho do desapego é entender a situação desta forma e aceitar que está além do nosso alcance!Seja você um cafajeste ou um mais monogâmico!
Não querendo tirar o mérito do texto, mas ele dá uma volta enorme pra dizer o que a Real já cantou a muito tempo, e o que o MAG sabiamente colocou:

"Já que é tudo puta, vai bota na garupa."
Post muito foda reais violentas e sem cuspe , essas feminazi falam tanta mentira de seus hamsters que minhas bolas queimam , pá de diamante para quem desenterrou esse tópico , muito bom vlw confrade
Excelente texto!
Mostra bem como o lado obscuro da mulher funciona durante o casamento!
Bom texto.
Desenterrando.

Ótimo post para um fim de ano. Fiquem atentos aos sinais.

Força e honra.
Que post foda em confrades!!!
Eu não confio nem na minha mãe!
Grato pelo texto. Vale a pena a leitura.
Aquele blog é do Rooster não?

O relato do rooster e de sua BM ilustram bem o texto.

não tinha me tocado, o texto sobre as histriônicas foi um dos primeiros que li na real!
- Não só o casamento, no namoro também. Em média uma relação dura uns 4 anos. Depois elas se sentem "infelizes" como é citado no texto e buscam outra relação.

- Depois vem aquela clássica desculpa "os sentimentos mudam". Vendo com a ótica da Real chega ser até engraçado.

- O mais engraçado é que depois da Real, ficamos com aquela sensação (simbolicamente falando) de uma espécie de "poderes" premonitórios. Basicamente já saberemos o que vai acontecer em diferentes fases do relacionamento e sobre como será o comportamento feminino no desenrolar do tempo.
Tópico a altura de um final de ano. Excelente!
Caramba, eu nem lembrava desse post. O texto não é meu, eu apenas traduzi e coloquei no blog. No fim acabei tirando porque queria manter no blog somente textos escritos por mim.
Rooster, é bom o pessoal cavocar o forum e encontrar topicos preciosos, reavendo um debate edificante, trazendo alguma experiencia ou depoimento novo...
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