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Versão Completa: Pensar demais te paralisa.
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Porra, estava lendo este tópico: http://forum.bufalo.info/showthread.php?tid=4415 e o comentário de um confrade me fez lembrar de algo que eu já havia percebido: Pensar demais te paralisa.


Você começa a pensar num assunto, em fazer algo, mas aí sua mente quer cobrir TODOS OS POSSÍVEIS CENÁRIOS E POSSIBILIDADES, e aí você lê toneladas de textos, baixa PDFs, pensa sobre isso por dias a fio loucamente, até que chega uma hora que sua mente abriu um leque tão grande de questionamentos e incertezas que você desanima e desiste daquilo, ou então o pensamento sobre aquele assunto te leva a outro assunto que se abre em um leque infinito de possibilidades etc...

Por tempos isso ocorreu comigo quanto à exercícios físicos. Li li li e não sai do lugar. Desisti. Me interessei de novo, li e li e li. Desisti de novo. E assim foi até que finalmente comecei a fazê-lôs e se demonstraram não ter tanto mistério e o que pensar. Eu não preciso entender perfeitamente o funcionamento do meu metabolismo e meus grupos musculares e pensar por dias para fazer flexões, abdominais e correr na praia.

No fim parece que o melhor é pensar pouco e simplesmente fazer de qualquer jeito no começo e ir ajustando pelo caminho, deixar para fazer aperfeiçoar depois que já tiver sido vencido a inércia para evitar se afogar em pensamentos e questionamentos.
(26-07-2013, 10:33 PM)Meroplâncton Escreveu: [ -> ]Porra, estava lendo este tópico: http://forum.bufalo.info/showthread.php?tid=4415 e o comentário de um confrade me fez lembrar de algo que eu já havia percebido: Pensar demais te paralisa.


Você começa a pensar num assunto, em fazer algo, mas aí sua mente quer cobrir TODOS OS POSSÍVEIS CENÁRIOS E POSSIBILIDADES, e aí você lê toneladas de textos, baixa PDFs, pensa sobre isso por dias a fio loucamente, até que chega uma hora que sua mente abriu um leque tão grande de questionamentos e incertezas que você desanima e desiste daquilo, ou então o pensamento sobre aquele assunto te leva a outro assunto que se abre em um leque infinito de possibilidades etc...

Por tempos isso ocorreu comigo quanto à exercícios físicos. Li li li e não sai do lugar. Desisti. Me interessei de novo, li e li e li. Desisti de novo. E assim foi até que finalmente comecei a fazê-lôs e se demonstraram não ter tanto mistério e o que pensar. Eu não preciso entender perfeitamente o funcionamento do meu metabolismo e meus grupos musculares e pensar por dias para fazer flexões, abdominais e correr na praia.

No fim parece que o melhor é pensar pouco e simplesmente fazer de qualquer jeito no começo e ir ajustando pelo caminho, deixar para fazer aperfeiçoar depois que já tiver sido vencido a inércia para evitar se afogar em pensamentos e questionamentos.

Talvez vc seja hiperativo.
(26-07-2013, 10:36 PM)Almeida Escreveu: [ -> ]
(26-07-2013, 10:33 PM)Meroplâncton Escreveu: [ -> ]Porra, estava lendo este tópico: http://forum.bufalo.info/showthread.php?tid=4415 e o comentário de um confrade me fez lembrar de algo que eu já havia percebido: Pensar demais te paralisa.


Você começa a pensar num assunto, em fazer algo, mas aí sua mente quer cobrir TODOS OS POSSÍVEIS CENÁRIOS E POSSIBILIDADES, e aí você lê toneladas de textos, baixa PDFs, pensa sobre isso por dias a fio loucamente, até que chega uma hora que sua mente abriu um leque tão grande de questionamentos e incertezas que você desanima e desiste daquilo, ou então o pensamento sobre aquele assunto te leva a outro assunto que se abre em um leque infinito de possibilidades etc...

Por tempos isso ocorreu comigo quanto à exercícios físicos. Li li li e não sai do lugar. Desisti. Me interessei de novo, li e li e li. Desisti de novo. E assim foi até que finalmente comecei a fazê-lôs e se demonstraram não ter tanto mistério e o que pensar. Eu não preciso entender perfeitamente o funcionamento do meu metabolismo e meus grupos musculares e pensar por dias para fazer flexões, abdominais e correr na praia.

No fim parece que o melhor é pensar pouco e simplesmente fazer de qualquer jeito no começo e ir ajustando pelo caminho, deixar para fazer aperfeiçoar depois que já tiver sido vencido a inércia para evitar se afogar em pensamentos e questionamentos.

Talvez vc seja hiperativo.

Não tenho nenhum problema psicológico não confrade, kkk
Não tem nada a ver com hiperatividade, tem a ver com o medo da exposição de uma fraqueza que você tem.

Dos "Princípios Que Regem a Interação Social" (p. 90):

Citar:É por [medo da exposição de sua condição] que os nerds tentam controlar todas as variáveis de seu ambiente nos detalhes mais insignificantes. Controlando todos os resultados possíveis, eles esperam poder evitar qualquer exposição dolorosa. Seu desejo irracional de micro gerenciar tudo e todos é um sintoma clássico de uma vida desordeira. Em vez de corrigirem seu comportamento problemático, os nerds tentam neuroticamente encobrir suas falhas e problemas desenvolvendo complexos planos de contingência. [...]

Esta obsessão em controlar todas as variáveis possíveis lembra a atitude da mãe superprotetora, que faz absolutamente tudo para proteger seus filhos do fracasso. Ao se colocar como escudo entre as ações deles e suas consequências, ela acaba inibindo o processo natural de amadurecimento que é estimulado pelo medo saudável da dor.

Pessoas pensam demais em determinado algo quando elas percebem que tem uma deficiência nele, mas querem evitar expô-la para não serem consideradas um fracasso naquilo. E nessa mania de proteger a autoestima, elas perdem a noção de que o aprendizado de algo passa necessariamente por erros e fracassos, de que só se aprende e se desenvolve com prática.

Pensem nisso: quem aqui não pensou em dezenas de estratégias para impressionar uma garota numa paquera?
(26-07-2013, 11:13 PM)Spirit Escreveu: [ -> ]Não tem nada a ver com hiperatividade, tem a ver com o medo da exposição de uma fraqueza que você tem.

Dos "Princípios Que Regem a Interação Social" (p. 90):

Citar:É por [medo da exposição de sua condição] que os nerds tentam controlar todas as variáveis de seu ambiente nos detalhes mais insignificantes. Controlando todos os resultados possíveis, eles esperam poder evitar qualquer exposição dolorosa. Seu desejo irracional de micro gerenciar tudo e todos é um sintoma clássico de uma vida desordeira. Em vez de corrigirem seu comportamento problemático, os nerds tentam neuroticamente encobrir suas falhas e problemas desenvolvendo complexos planos de contingência. [...]

Esta obsessão em controlar todas as variáveis possíveis lembra a atitude da mãe superprotetora, que faz absolutamente tudo para proteger seus filhos do fracasso. Ao se colocar como escudo entre as ações deles e suas consequências, ela acaba inibindo o processo natural de amadurecimento que é estimulado pelo medo saudável da dor.

Pessoas pensam demais em determinado algo quando elas percebem que tem uma deficiência nele, mas querem evitar expô-la para não serem consideradas um fracasso naquilo. E nessa mania de proteger a autoestima, elas perdem a noção de que o aprendizado de algo passa necessariamente por erros e fracassos, de que só se aprende e se desenvolve com prática.

Pensem nisso: quem aqui não pensou em dezenas de estratégias para impressionar uma garota numa paquera?

Ótimo post confrade, muito bem pensado. Realmente eu pensava em mil e um cenários possíveis a cabeça quando era muleque com as paixonites...
(26-07-2013, 11:13 PM)Spirit Escreveu: [ -> ]Não tem nada a ver com hiperatividade, tem a ver com o medo da exposição de uma fraqueza que você tem.

Dos "Princípios Que Regem a Interação Social" (p. 90):

Citar:É por [medo da exposição de sua condição] que os nerds tentam controlar todas as variáveis de seu ambiente nos detalhes mais insignificantes. Controlando todos os resultados possíveis, eles esperam poder evitar qualquer exposição dolorosa. Seu desejo irracional de micro gerenciar tudo e todos é um sintoma clássico de uma vida desordeira. Em vez de corrigirem seu comportamento problemático, os nerds tentam neuroticamente encobrir suas falhas e problemas desenvolvendo complexos planos de contingência. [...]

Esta obsessão em controlar todas as variáveis possíveis lembra a atitude da mãe superprotetora, que faz absolutamente tudo para proteger seus filhos do fracasso. Ao se colocar como escudo entre as ações deles e suas consequências, ela acaba inibindo o processo natural de amadurecimento que é estimulado pelo medo saudável da dor.

Pessoas pensam demais em determinado algo quando elas percebem que tem uma deficiência nele, mas querem evitar expô-la para não serem consideradas um fracasso naquilo. E nessa mania de proteger a autoestima, elas perdem a noção de que o aprendizado de algo passa necessariamente por erros e fracassos, de que só se aprende e se desenvolve com prática.

Pensem nisso: quem aqui não pensou em dezenas de estratégias para impressionar uma garota numa paquera?

Eu passo por isso! A mente temo o erro, sendo que isso faz parte do aprendizado, pior que é um sabotador!
Eu fazia mto isso qdo ia começar a cversar com mulher e abordar ela pra sair, poxa q se foda oq pode acontecer, eu só vou saber a real qdo eu for lá e fazer. Acabei de fazer agora, acabei de chamar a mina pro cinema sem pensar demais poxa, se ela disser não, tem outras no cardápio e bola pra frente!
(26-07-2013, 11:13 PM)Spirit Escreveu: [ -> ]Não tem nada a ver com hiperatividade, tem a ver com o medo da exposição de uma fraqueza que você tem.

Dos "Princípios Que Regem a Interação Social" (p. 90):

Citar:É por [medo da exposição de sua condição] que os nerds tentam controlar todas as variáveis de seu ambiente nos detalhes mais insignificantes. Controlando todos os resultados possíveis, eles esperam poder evitar qualquer exposição dolorosa. Seu desejo irracional de micro gerenciar tudo e todos é um sintoma clássico de uma vida desordeira. Em vez de corrigirem seu comportamento problemático, os nerds tentam neuroticamente encobrir suas falhas e problemas desenvolvendo complexos planos de contingência. [...]

Esta obsessão em controlar todas as variáveis possíveis lembra a atitude da mãe superprotetora, que faz absolutamente tudo para proteger seus filhos do fracasso. Ao se colocar como escudo entre as ações deles e suas consequências, ela acaba inibindo o processo natural de amadurecimento que é estimulado pelo medo saudável da dor.

Pessoas pensam demais em determinado algo quando elas percebem que tem uma deficiência nele, mas querem evitar expô-la para não serem consideradas um fracasso naquilo. E nessa mania de proteger a autoestima, elas perdem a noção de que o aprendizado de algo passa necessariamente por erros e fracassos, de que só se aprende e se desenvolve com prática.

Pensem nisso: quem aqui não pensou em dezenas de estratégias para impressionar uma garota numa paquera?

A pura verdade...
Todo mundo já passou ou passa por isso.
o importante é enxergar e trabalhar a mudança , a vida é breve, muito breve!
Citar:Porra, estava lendo este tópico: http://forum.bufalo.info/showthread.php?tid=4415 e o comentário de um confrade me fez lembrar de algo que eu já havia percebido: Pensar demais te paralisa.

Discordo. Pensar demais sem agir te paraliza.

Se vc esperar ter o plano perfeito, para aí começar a agir vc nunca vai agir.

Pensar demais é algo ótimo. Todo empresário bem sucedido, acabou pensando demais (Fase do PLANEJAMENTO), minimizou os riscos e partiu para a ação (Fase da EXECUÇÃO).

Para muitos objetivos na vida nos precisamos primeiro aprender para depois executar.

Usando os negócios como exemplo vc NÃO abre primeiro uma empresa para aprender com os erros.

Vc faz um planejamento, analisa o que vc vai fazer, aonde precisa chegar, como vc vai corrigir a sua rota. Enfim faz de tudo para não fracassar.

O problema é que por ter medo de fracassar, ficar apenas na fase de planejamento absorvendo conhecimento e não executar o que aprende.

Minha sugestão é:

- Adquira o mínimo de conhecimento para não se ferrar use do bom senso

- Parta para a ação.

- Reserve um tempo para aprender mais sobre a atividade em questão

- Corrija eventuais problemas de execução

Usando o PDCA http://www.blogdaqualidade.com.br/o-que-e-pdca/ e adaptando na sua atividade em pouco tempo vc será bem sucedido

Até mais...
"Não pensa, só vai".

Tomei pra mim que você toma iniciativas quando está com as emoções em alto (e sim sim, eu sei sobre a questão do controle emocional mans) e decisões definitivas nunca, você para e reflete.

Agora, uma ação pode nunca a vir ocorrer se você pensar de mais... porque aparecem os medos, as dúvidas as inseguranças...

Tem um texto do Alex Castro do papo de homem que ilustra bem essa realidade de pensar antes de agir (no caso, retrata no pensar antes de agir antes de chegar em uma mulher, não é bem o foco, mas eu acho que vale pra quase absolutamente tudo). Por sinal, recomendo o blog/site do papo de homem, é muito bom.

Enfim, se pensar de mais, trava. Não pensa, só vai.

------------------------------------------------------------

Não vai dar tempo.

Você não vai ter tempo de ler aquele livro. Daqui a trinta anos, quando morrer, ele ainda vai estar na sua fila de leitura. Fechadinho.

Aquela mulher? Não deixe pra sair com ela amanhã. Ela vai encontrar outro cara. Vai refazer o coração partido. Vai ser atropelada. Vai se descobrir lésbica.

Ou, talvez, apenas, quem sabe, vai sair da sua.

Quem hoje te beijaria amanhã nem boa noite vai te dar.

O futuro que vocês poderiam ter tido não vai acontecer.

Tudo porque você não foi lá hoje.

Vá lá hoje.

Aquela rua nunca vai ouvir o som dos seus passos. Aquela revista? Nunca mais vai abrir.

“Temos tempo”, ela disse.

Mas é mentira. De propósito ou por ignorância.

Não temos tempo.

A palavra rude que você disse para alguém que não gostava? Peça desculpas hoje.

A palavra carinhosa que você nunca disse para alguém que gostava? Diga hoje.

Você não tem tempo.

Lembra como a vida corria quando você tinha quinze anos?

Pois está correndo hoje.

Sabe aquela sensação quando dá seis da tarde e você pensa:

“Caramba, já acabou o dia… e não fiz nada!”

Você vai sentir o mesmo aos quarenta. Ou aos cinquenta. Ou sempre.

Faça agora.


http://papodehomem.com.br/voce-nao-tem-tempo/
Concordo como o Mero, mas com resalvas, o cabra precisa de um tempo na companhia de sua mente, tipo dorme com uma idéia e acorda com uma ação, o que não pode é ficar parado se punhetando mentalmente.

se tá afim de começar um negócio tem de correr atras, se informar, levantar os pontos obvios e depois agir, se tá afim de uma guria, ligar pra ela e convidar, dar prazos ao proprio cerebro pra agir, não viver de estratégias o tempo inteiro.
(29-10-2013, 01:28 AM)Dominador Escreveu: [ -> ]
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Bom comentário, mas pelamordedeus, não fiquem linkando o PapodeMangina aqui... facepalm:
O bloqueio mental, como o nome mesmo nos diz, é um impedimento, uma limitação no âmbito subjetivo/psíquico. É algo que nos impede de realizar alguma atividade em particular. É um mecanismo involuntário do nosso organismo ativado em momentos de possível agressão a nossa integridade, seja ela física ou moral.

Mas qual é a origem desse bloqueio? De onde ele surge? Por que ele surge?

O bloqueio é análogo ao medo no sentido de proteção/prevenção/providência, mas não são a mesma coisa. O medo é mais abrangente, contempla atividades desconhecidas pelo indivíduo, assim como as pouco experienciadas. Embora o medo exerça, teoricamente, o mesmo papel que o bloqueio mental, não devemos confundi-los. O bloqueio mental é restrito às atividades de poucoa experiência, aquelas que já tivemos o primeiro contato mas que não a desenvolvemos.

Deixando a impessoalidade um pouco de lado, serei bem franco e falarei de acordo com o que acredito:

Não acredito em bloqueio mental.
Penso que o bloqueio nada mais é que uma criação ilusória de quem se propõe a alguma atividade, atendo-se as possíveis falhas que podem vir a ocorrer por conta da falta de experiência e/ou falta de confiança em suas atribuições.
O não-crer na possibilidade de acerto gera uma insegurança enorme. Essa insegurança, por sua vez, é transferida aos movimentos, sejam eles verbais, mecânicos, gramaticais, etc, aumentando assim a possibilidade de erro e potencializando, de maneira crítica, a ação do medo.
Não há o que pensar. Ou você consegue ou não consegue. Seu corpo, intuitivamente, saber responder a essa pergunta, e sabe, instintivamente, agir em prol do desenvolvimento eficaz daquela atividade.

Devemos nos ater ao que realmente importa e não as possíveis ocorrências. Devemos nos segurar não na atividade em si, mas nas ferramentas que possibilitam a conclusão correta daquela atividade.

Uma pessoa que escala a 20 anos não é boa porque escala a 20 anos, mas porque tem confiança na ponta de seus dedos e sabe o suficiente sobre si para dizer até onde a energia de seu corpo e a força que consegue empregar pode leva-la.

Nossos corpos são conjuntos de ferramentas que possibilitam inúmeras formas de expressão. Nosso dever é nos conhecer o suficiente para confiar nessas ferramentas. Acreditar em sua capacidade através do conhecimento experienciado é saber, no íntimo, suas possibilidades e impossibilidades.

Um exemplo disto.
Vc não chega na mulher , pq acha que ela e uma deusa, um ser maior , o medo de não dar certo, o merdo de perder a chance.
Quando no muito ela esta excitada doida para ir trepar, esperando uma frase ou algo sacaneado no modo one para acasalar.
Ai vc usa o termo timidez como forma de suprir o manginismo.
Ok John,

Aos poucos eu pego o jeito.
(29-10-2013, 11:17 AM)PRAGAKHAM Escreveu: [ -> ]O bloqueio mental, como o nome mesmo nos diz, é um impedimento, uma limitação no âmbito subjetivo/psíquico. É algo que nos impede de realizar alguma atividade em particular. É um mecanismo involuntário do nosso organismo ativado em momentos de possível agressão a nossa integridade, seja ela física ou moral.

Mas qual é a origem desse bloqueio? De onde ele surge? Por que ele surge?

O bloqueio é análogo ao medo no sentido de proteção/prevenção/providência, mas não são a mesma coisa. O medo é mais abrangente, contempla atividades desconhecidas pelo indivíduo, assim como as pouco experienciadas. Embora o medo exerça, teoricamente, o mesmo papel que o bloqueio mental, não devemos confundi-los. O bloqueio mental é restrito às atividades de poucoa experiência, aquelas que já tivemos o primeiro contato mas que não a desenvolvemos.

Deixando a impessoalidade um pouco de lado, serei bem franco e falarei de acordo com o que acredito:

Não acredito em bloqueio mental.
Penso que o bloqueio nada mais é que uma criação ilusória de quem se propõe a alguma atividade, atendo-se as possíveis falhas que podem vir a ocorrer por conta da falta de experiência e/ou falta de confiança em suas atribuições.
O não-crer na possibilidade de acerto gera uma insegurança enorme. Essa insegurança, por sua vez, é transferida aos movimentos, sejam eles verbais, mecânicos, gramaticais, etc, aumentando assim a possibilidade de erro e potencializando, de maneira crítica, a ação do medo.
Não há o que pensar. Ou você consegue ou não consegue. Seu corpo, intuitivamente, saber responder a essa pergunta, e sabe, instintivamente, agir em prol do desenvolvimento eficaz daquela atividade.

Devemos nos ater ao que realmente importa e não as possíveis ocorrências. Devemos nos segurar não na atividade em si, mas nas ferramentas que possibilitam a conclusão correta daquela atividade.

Uma pessoa que escala a 20 anos não é boa porque escala a 20 anos, mas porque tem confiança na ponta de seus dedos e sabe o suficiente sobre si para dizer até onde a energia de seu corpo e a força que consegue empregar pode leva-la.

Nossos corpos são conjuntos de ferramentas que possibilitam inúmeras formas de expressão. Nosso dever é nos conhecer o suficiente para confiar nessas ferramentas. Acreditar em sua capacidade através do conhecimento experienciado é saber, no íntimo, suas possibilidades e impossibilidades.

Um exemplo disto.
Vc não chega na mulher , pq acha que ela e uma deusa, um ser maior , o medo de não dar certo, o merdo de perder a chance.
Quando no muito ela esta excitada doida para ir trepar, esperando uma frase ou algo sacaneado no modo one para acasalar.
Ai vc usa o termo timidez como forma de suprir o manginismo.

Nem parece texto do praga. Senti falta da parede de letras trollface

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HUMMMHUMMMHUMMM

[ TORDA ] Tire O Rabo Do Assento-.........Faça...Entre em Ação... Se Lance.... P...A.
http://1001testdrives.blogspot.com.br/20...stude.html
Eu sofro desse mal. As vezes perco muito tempo teorizando e relacionando que acabo perdendo o timing.
Parabéns ao Praga, que com um texto bem pontuado acabou por torná-lo muito bem compreensível. Agora dá para contemplar a sabedoria escondida por trás daquele paredão de palavras.
(29-10-2013, 09:00 PM)cabraman Escreveu: [ -> ]
(29-10-2013, 11:17 AM)PRAGAKHAM Escreveu: [ -> ]O bloqueio mental, como o nome mesmo nos diz, é um impedimento, uma limitação no âmbito subjetivo/psíquico. É algo que nos impede de realizar alguma atividade em particular. É um mecanismo involuntário do nosso organismo ativado em momentos de possível agressão a nossa integridade, seja ela física ou moral.

Mas qual é a origem desse bloqueio? De onde ele surge? Por que ele surge?

O bloqueio é análogo ao medo no sentido de proteção/prevenção/providência, mas não são a mesma coisa. O medo é mais abrangente, contempla atividades desconhecidas pelo indivíduo, assim como as pouco experienciadas. Embora o medo exerça, teoricamente, o mesmo papel que o bloqueio mental, não devemos confundi-los. O bloqueio mental é restrito às atividades de poucoa experiência, aquelas que já tivemos o primeiro contato mas que não a desenvolvemos.

Deixando a impessoalidade um pouco de lado, serei bem franco e falarei de acordo com o que acredito:

Não acredito em bloqueio mental.
Penso que o bloqueio nada mais é que uma criação ilusória de quem se propõe a alguma atividade, atendo-se as possíveis falhas que podem vir a ocorrer por conta da falta de experiência e/ou falta de confiança em suas atribuições.
O não-crer na possibilidade de acerto gera uma insegurança enorme. Essa insegurança, por sua vez, é transferida aos movimentos, sejam eles verbais, mecânicos, gramaticais, etc, aumentando assim a possibilidade de erro e potencializando, de maneira crítica, a ação do medo.
Não há o que pensar. Ou você consegue ou não consegue. Seu corpo, intuitivamente, saber responder a essa pergunta, e sabe, instintivamente, agir em prol do desenvolvimento eficaz daquela atividade.

Devemos nos ater ao que realmente importa e não as possíveis ocorrências. Devemos nos segurar não na atividade em si, mas nas ferramentas que possibilitam a conclusão correta daquela atividade.

Uma pessoa que escala a 20 anos não é boa porque escala a 20 anos, mas porque tem confiança na ponta de seus dedos e sabe o suficiente sobre si para dizer até onde a energia de seu corpo e a força que consegue empregar pode leva-la.

Nossos corpos são conjuntos de ferramentas que possibilitam inúmeras formas de expressão. Nosso dever é nos conhecer o suficiente para confiar nessas ferramentas. Acreditar em sua capacidade através do conhecimento experienciado é saber, no íntimo, suas possibilidades e impossibilidades.

Um exemplo disto.
Vc não chega na mulher , pq acha que ela e uma deusa, um ser maior , o medo de não dar certo, o merdo de perder a chance.
Quando no muito ela esta excitada doida para ir trepar, esperando uma frase ou algo sacaneado no modo one para acasalar.
Ai vc usa o termo timidez como forma de suprir o manginismo.

Nem parece texto do praga. Senti falta da parede de letras trollface

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[2] yaoming
Concordo com o Riven. Pensar muito e estudar bastante um assunto não é ruim desde que você não fique sem agir. Eu mesmo li bastante sobre o mercado financeiro antes de meter meu suado dinheirinho em ações. E recomendo que todos os que querem fazer isso estudem bastante também. Uma coisa é fazer abdominais, flexões e correr na praia sem entender perfeitamente o metabolismo do corpo. Outra coisa é investir anos de economia em uma mercado de risco sem entender nada ou abrir um negócio em uma área para sobre a qual não se tem conhecimento algum. Para algumas coisas realmente não é necessário pensar tanto antes de agir, mas para outras isso é primordial.
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