Fórum do Búfalo

Versão Completa: [Livro] O Homem Domado - Esther Vilar
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WildHorse

Confesso a leitura desse livro me "tirou dos eixos" durante alguns dias.
Depois de reler alguns capítulos e refletir um pouco finalmente o incorporei ao meus valores e juízos.


O livro

O livro “O homem domado”, da escritora argentina, Esther Vilar já é quarentão, mas não deixa de ser super atual. Ela começa relatando uma cena do cotidiano. Um carro esporte para no acostamento de uma auto-estrada movimentada nos Estados Unidos com o pneu furado, em manhã de chuva. A motorista sai e assume a clássica postura desvalida de quem não se dá costumeiramente bem em tais situações. Não demora muito e um cavalheiro pára atrás e prontifica-se a resolver o problema. Suja o terno e as mãos. Ela oferece-lhe simpaticamente um lenço branco. Ele aceita, meio constrangido. Ela despede-se e ele volta para casa tendo de se reorganizar para o dia de trabalho.
A escritora, nascida nos anos 30, que se casou com um médico alemão, descasou-se dele, voltou a casar com o mesmo. Depois de ter andado pelas Américas, África e Europa, passando por vendedora, operária, balconista, tradutora, e secretária, virou médica e finalmente, escritora. Torna-se famosa em todo o mundo, como a mulher que rasgou os “papéis” sociais de homens e mulheres do seu tempo, depois se viu, de todos os tempos.

Download

http://www.4shared.com/office/Mhlk7Odn/O...Villar.htm
Eu li esse livro antes de ler qualquer blog ou fórum da real. Posso dizer que foi o meu primeiro contato. Só lamento que o amigo que me enviou o livro por e-mail nunca tenha saído totalmente da matrix. Ele até admite que a mulher tem lá o seu lado obscuro, mas é um ferrenho defensor de esquerdismos e de movimentos vitimistas, além de não ter coragem de levantar a bunda da cadeira para nada.
Conheci esse livro por indicação do meu amigo Gekko, uns anos atrás.

Acabei lendo-o antes mesmo de ler os livros do Nessahan, mesmo já tendo começado a ter algum contato com a real, através dos artigos do Dr. Love no Papo de Homem (na época merecia esse nome) e do extinto blog do SK.

Leitura essencial e recomendada a TODOS aqueles que acham que sabem de alguma coisa dessa tal de "real".
É, eu lembro que enviei esse livro por e-mail para um grupo seleto de amigos. Pena que nem todos o compreenderam como John. Mas foi bom para eu aprender a não jogar pérolas aos porcos. Tem um amigo nosso, a quem eu e o John costumamos nos referir como "o obcecado da real", que conheceu a real através deste livro e depois passou a ler os blogues. Ele nunca aceitou o meu convite para se inscrever neste fórum, mas dá orgulho de ver como ele dialoga sobre a real e como aplica os conhecimentos na vida dele.
Eu conheci o PUA... me ajudou em estímulo para procurar mais conhecimento, mais não me fez enxegar igual aos blogs da real. Fui expulso do PUABASE porque não tava postando relatos de campo, como eles exigem. Também não tava tendo sucesso. Eles na verdade colocão aquele forum, dão só uma casquinha e querem que vc seja vip. Querem ganhar grana. Lir o Livro da Esther Vilar e comecei a procurar os sites masculinistas e da real e aki estou, abençoado e iluminado. Indico esse livro
Esse é um livro que realmente precisa ser lido por todos na Real, eu estou precisando até reler, agora uma pergunta alguém chegou a ler algum dos outros livros da Esther? Gostaria de saber se seguem o mesmo caminho desse.
Nunca li, queria ler, mas acabei levando com a barriga.
Baixando agora, pra aproveitar as férias, vlw pelo UP !
Big Grin
Pessoal,

Eu comecei a ler o livro, mas me bateu um desinteresse quando a autora começa a rotular a mulher como um ser que não quer trabalhar.

Me pareceu bem fora do nosso contexto atual, onde as feministas querem trabalhar fora, se igualar aos homens e cada vez menos serem mulheres, para gerar uma família e cuidar da prole.

A minha impressão é que a Esther estava batendo justamento no tipo de mulher que a maioria aqui gostaria de ter encontrado para ser companheira, aquela mulher que quer casar, constituir família, cuidar das crianças e do marido e ser sustentada por ele.

Eu não li até o fim, resolvi reler o NA.

As minhas conclusões estão erradas?

Abraços,

WildHorse

leia o livro até o final pra tirar qualquer conclusão.
Vale citar o concelho do Olavo de carvalho:
"Encare o livro como um sonho.Você não tira conclusões enquanto esta sonhando,
apenas quando acorda e se lembra do que se passou."
(18-10-2012, 07:58 PM)Sirehorse Escreveu: [ -> ]leia o livro até o final pra tirar qualquer conclusão.
Vale citar o concelho do Olavo de carvalho:
"Encare o livro como um sonho.Você não tira conclusões enquanto esta sonhando,
apenas quando acorda e se lembra do que se passou."

Bem por aí mesmo. Tem que ler a obra toda, pra se apreender a ideia geral da autora.
Eu sempre leio assim. Faço uma leitura superficial de toda a obra, tentando não tirar conclusões iniciais ainda. Só na segunda leitura é que eu vou criticando cada parágrafo e tentando compreender o que o autor está realmente dizendo.
O link está quebrado. Alguém tem algum link que funciona ou o arquivo pra postar?
(18-10-2012, 07:29 PM)Heavy Metal Escreveu: [ -> ]Pessoal,

Eu comecei a ler o livro, mas me bateu um desinteresse quando a autora começa a rotular a mulher como um ser que não quer trabalhar.

Me pareceu bem fora do nosso contexto atual, onde as feministas querem trabalhar fora, se igualar aos homens e cada vez menos serem mulheres, para gerar uma família e cuidar da prole.

A minha impressão é que a Esther estava batendo justamento no tipo de mulher que a maioria aqui gostaria de ter encontrado para ser companheira, aquela mulher que quer casar, constituir família, cuidar das crianças e do marido e ser sustentada por ele.

Eu não li até o fim, resolvi reler o NA.

As minhas conclusões estão erradas?

Abraços,
Desde quando mulher quer trabalhar?
O sonho da feminazi mais ferrenha é ser sustentada, ou por um macho, ou pelo governo.
Não acho que nessa parte específica ela esteja errada. Mulher nenhuma quer trabalhar.

Esse livro é do caralho. Me deu um choque violento nas idéias, mais do que NA, que dá uma filosofada em algumas partes. Imprimi e estudei até com marca texto. Vai direto ao ponto violentamente. Recomendo e vou ler novamente.
Acho que o que me causou mais impacto foi uma mulher descrever tão bem os seus pares. Feministas podem dizer o que quiserem de NA, mas o que elas vão falar de EV. Eu leio até hoje, já li, reli, sempre pra nos manter sempre atentos
Confrades o link para baixar o livro não funciona, alguem teria um outro meio alternativo?
John Romano é o cara dos links!!
John....ah....we have a problem, do you copy that?
(18-10-2012, 07:29 PM)Heavy Metal Escreveu: [ -> ]Pessoal,

Eu comecei a ler o livro, mas me bateu um desinteresse quando a autora começa a rotular a mulher como um ser que não quer trabalhar.

Me pareceu bem fora do nosso contexto atual, onde as feministas querem trabalhar fora, se igualar aos homens e cada vez menos serem mulheres, para gerar uma família e cuidar da prole.

A minha impressão é que a Esther estava batendo justamento no tipo de mulher que a maioria aqui gostaria de ter encontrado para ser companheira, aquela mulher que quer casar, constituir família, cuidar das crianças e do marido e ser sustentada por ele.

Eu não li até o fim, resolvi reler o NA.

As minhas conclusões estão erradas?

Abraços,

Cara eu acho isso também!

Não acho o livro assim tão atual não. A quarenta anos atrás era muito melhor arrumar mulher, a maioria ainda tinha valores morais. Casamento a quarenta anos atrás ainda era vantajoso pro homem.

É isso mesmo, ela se refere ao tipo de mulher que quer ficar em casa sendo sustentada pelo marido, mas, o homem tinha vantagem nisso ainda.

Mas gostei muito de ter lido esse livro.

Abs
(23-11-2012, 12:26 PM)Free Bird Escreveu: [ -> ]
(18-10-2012, 07:29 PM)Heavy Metal Escreveu: [ -> ]Pessoal,

Eu comecei a ler o livro, mas me bateu um desinteresse quando a autora começa a rotular a mulher como um ser que não quer trabalhar.

Me pareceu bem fora do nosso contexto atual, onde as feministas querem trabalhar fora, se igualar aos homens e cada vez menos serem mulheres, para gerar uma família e cuidar da prole.

A minha impressão é que a Esther estava batendo justamento no tipo de mulher que a maioria aqui gostaria de ter encontrado para ser companheira, aquela mulher que quer casar, constituir família, cuidar das crianças e do marido e ser sustentada por ele.

Eu não li até o fim, resolvi reler o NA.

As minhas conclusões estão erradas?

Abraços,
Desde quando mulher quer trabalhar?
O sonho da feminazi mais ferrenha é ser sustentada, ou por um macho, ou pelo governo.
Não acho que nessa parte específica ela esteja errada. Mulher nenhuma quer trabalhar.


Será confrade?

Ser sustentada por um macho não colocaria ela numa posição ''submissa'', coisa que elas abominam ? As feminazis que observo são assumidamente viciadas em trabalho.

Destro

Este livro é muito bom ,recomendo .
Então, eu recomendo e tudo mais.
Mas já li 03 vezes, e ainda estou com a mesma conclusão. Parece que a Esther bate muito no tipo de mulher que a maioria dos confrades gostaria de ter.
Eu iria preferir sustentar uma mulher "honrada" e que tivesse freios morais.
A mulher moderna, workaholic, para mim é pior. Ela não respeita o homem. Ela quer olhar de cima para baixo. Ela vai arrepender-se só quando for tarde.
E depois do NA, todos nós sabemos que toda mulher só é feliz quando olha de baixo para cima. Quando é guiada e protegida.
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