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Porque não procuram a chave raiz do problema! Reduzia a zero o Problema! - Versão de Impressão

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Porque não procuram a chave raiz do problema! Reduzia a zero o Problema! - PRAGAKHAM - 02-06-2014

Fonte: Elevados gastos maiores que as dos politicos duvido.


Violência contra a mulher gera impacto de R$ 508 bi por ano.

Primeiro vem um xingamento, um beliscão, um empurrão. Logo a mulher é impedida de trabalhar ou de usar aquela blusa decotada que tanto gosta. Até mesmo a família não pode mais visitar. Ela perde amizades, liberdade, direito ao próprio corpo, e, como em muitas histórias, chega a perder até a vida. O preço que se paga pela violência doméstica é alto demais no Brasil: em 31 anos (1980 a 2011), 96.612 mulheres foram assassinadas no país – segundo o Mapa da Violência 2013. O impacto financeiro também é elevado. Segundo estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU), 10,5% do Produto Interno Bruto (PIB) – o equivalente a R$ 508,2 bilhões, em 2013 – ficam comprometidos anualmente. O PIB do ano passado foi de R$ 4,84 trilhões.
Esse valor supera o PIB de Minas – R$ 386,2 bilhões –, segundo o último balanço regional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente a 2011. “O custo é projetado sobre o impacto da violência de gênero na economia nacional. Isso quer dizer que, ao serem agredidas, as mulheres recorrem aos serviços de saúde, previdência, faltam ao emprego ou procuram outras formas de trabalho. Ou seja, há um custo financeiro arcado pelo poder público, setor privado e pela sociedade”, explica a representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman.

“Esse valor é baseado nas mulheres que falam. Uma grande parte da violência não é computada, porque ainda temos uma parcela que não denuncia”, completa a jurista baiana Eliana Calmon, especialista no tema.

Para tentar minimizar esse ônus, desde 2012 a Advocacia-Geral da União (AGU) vem cobrando dos agressores, na Justiça, o ressarcimento dos valores pagos em benefícios e indenizações às vítimas e familiares – os números de processos e resultados não foram informados. Para a AGU, mesmo com previsão legal para que o INSS arque com tais gastos, “o órgão e a sociedade não podem suportar o ônus econômico e social quando tal despesa é fruto de crimes”.

Punição. Dentro dos 10,5%, há ainda o custo dos serviços de polícia e Justiça, para fazer valer a Lei Maria da Penha (11.340), em vigor desde 2006. Nadine acredita que a impunidade ainda é o principal desafio para o enfrentamento da violência.

No Brasil, há em torno de 66 varas especializadas em violência doméstica, segundo último levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), sendo três em Minas Gerais e todas na capital. “Temos um acúmulo de 40 mil processos para três juízes. As medidas protetivas são dadas em até 48 horas, mas a condenação do réu demora em média de um ano a um ano e meio”, diz a desembargadora Evangelina Duarte, superintendente do Comitê Estadual de Combate à Violência Doméstica e Familiar.

Sem estrutura e punição rápida, o índice de homicídios contra mulheres só teve queda (7,6%) em 2007, um ano após a sanção da Lei Maria da Penha. Nos anos seguintes, o número voltou a subir. Em 2006, a taxa era de 4,2 assassinatos a cada 100 mil mulheres no Brasil. Em 2011, último ano levantado pelo Mapa da Violência 2013, a taxa foi de 4,6, um total de 4.512 mortes no país. “Para baixar a violência, é preciso que se faça justiça”, defende Eliana Calmon.

Dados

No Brasil, 41% dos brasileiros (cerca de 52 milhões de pessoas) admitem conhecer algum homem que já foi violento com a parceira, segundo pesquisa de 2013 do Instituto Avon/Data Popular.

Por outro lado, apenas 16% dos homens entrevistados assumiram ter cometido violência contra a mulher, pois, para muitos deles, xingar, forçar o sexo e impedir de sair de casa não são situações que se enquadrariam como violentas.

Já o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) causou polêmica neste ano ao revelar, inicialmente, que 65% da população concorda que mulheres que vestem roupas curtas merecem ser estupradas.

Porém, uma semana depois, o órgão admitiu que houve um erro e que o percentual correto das pessoas que concordavam com a afirmação era de 26%, número ainda preocupante, mas que silenciou a polêmica.


RE: Porque não procuram a chave raiz do problema! Reduzia a zero o Problema! - cabraman - 02-06-2014

Há que se convir que muitas dessas mulheres se colocam em risco de violencia, se mantivessem os padrões dos tempos da honra, a merda acontecia, mas era controloda e sumariamente punida, hoje a lei só fisca peixe pequeno, gostaria de ver maria da penha em cima de um roberto justos


RE: Porque não procuram a chave raiz do problema! Reduzia a zero o Problema! - Kohelet - 03-06-2014

Esse é o tipo de notícia cretina que a mídia mais ama. Inverte a lógica dos acontecimentos e falseia a realidade com uma enxurrada de meias verdades.

Vejamos:
Citar:O preço que se paga pela violência doméstica é alto demais no Brasil: em 31 anos (1980 a 2011), 96.612 mulheres foram assassinadas no país – segundo o Mapa da Violência 2013.

Fala-se em "preço da violência doméstica", mas põe-se em conta o universo total de homicídios, como se um latrocínio, por exemplo, fosse violência doméstica.
Toma-se como referência um histórico de 31 anos. Sabemos que no Brasil há uma média de 50 mil homicídios por ano, por que o número de mulheres precisa mostrado dentro de um universo de 31 anos?. Por que dilatar o espaço amostral para um período tão extenso?! Talvez porque a coisa não seja tão alarmante quanto a militância deseja e necessita que seja para fazer passar sua agenda revolucionária.

Sem dúvida que é desejo de todos que vivêssemos em paz, que não houvesse essa mortandade, mas daí a cegar o povo à verdadeira vítima da violência, o homem, é uma manobra das mais inescrupulosas que em nada contribui para a paz. Pelo contrário, só aumenta a carga sobre os ombros de quem carrega o mundo e garante o conforto das mulheres desde tempos imemoriais: o homem.


RE: Porque não procuram a chave raiz do problema! Reduzia a zero o Problema! - Senna - 03-06-2014

De tanto ver as mulheres que apanham voltarem para seus agressores voluntariamente, acabei polarizando na frieza quanto a esse assunto. Meu conselho, que é algo que adotei para minha vida é que não devemos em hipótese alguma envolver com mulher que se relacionou com bandido, nem para amizade.


RE: Porque não procuram a chave raiz do problema! Reduzia a zero o Problema! - Falchion - 03-06-2014

o tempo que servi o exercito tive um bom contato com amigos da policia militar,sobre violencia com mulher eles dizem que a historia sempre ea mesma.geralmente os agressores são denunciados por gente de fora mas as mulheres n vão depor contra eles no pior dos casos elas hostilizam quando a policia chega pra esclarecer o caso e defendem o safado,e muitas vezes o bixo pega e pra quem denunciou pessoa que tem nada haver quer pagar de heroi!...por isso falo pros amigos nunca deem o seu pra salvar o delas se a pessoa esta naquela situação e por que lhe e confortavel!


RE: Porque não procuram a chave raiz do problema! Reduzia a zero o Problema! - Senna - 03-06-2014

As mulheres são por natureza seres dissimulados. Enquanto os homens violentos deixam marcas nas mulheres e geralmente a família fica sabendo, as mulheres são hábeis em fazer as coisas na surdina. As mulheres matam os homens colocando veneno na comida, colocando muito sal para os hipertensos ou açúcar para os diabéticos, ou ainda contratam um assassino de aluguel para fazer o serviço sujo, etc., assim elas sempre ficam acima de qualquer suspeita e choram no caixão sem ao menos sentir remorso.

Acredito que a violência doméstica ocorre nas mesmas proporções entre homens e mulheres, mas a impunidade feminina é muito maior, o que já não é fácil provar com estatísticas pelos motivos acima citados, fica muito mais difícil com a ditadura imposta pelo feminazismo e pelo politicamente correto.


RE: Porque não procuram a chave raiz do problema! Reduzia a zero o Problema! - otavianoaugusto1 - 03-06-2014

A matéria é cheia de manipulação mistificadora.
Já mostraram acima o sofisma de misturar homicídios em geral com a questão da violência doméstica.
A pesquisa do IPEA, além de confessadamente errada quanto aos números, não mencionava estrupro. Os 26% não disseram isso, mas que a mulher vestida indecentemente merecia ser "atacada", o que tem muitos significados diferentes, inclusive o de ser "censurada". O "merecia" também é ambíguo, porque pode querer dizer apenas que ela colaborou com o agressor.


RE: Porque não procuram a chave raiz do problema! Reduzia a zero o Problema! - Wwarrior - 03-06-2014

Cara. Em 31 anos morreram menos mulheres do que homens em dois anos. Violência contra a mulher é mesmo alarmante.