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Männerbund 101 - Versão de Impressão

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Männerbund 101 - Björn - 08-05-2018

Männerbund 101

Obs.: Resolvi traduzir esse texto que achei interessante, devido aos ataques a atividades e/ou espaços só para homens. Deixo os devidos créditos no final do texto.

A fonte da civilização não é a família, o mercado, o processo eleitoral, ou o comite cientifico dos experts. A fonte da civilização é a Männerbund, algo como “Irmandade” em português. A männerbund é a fonte do direito de propriedade e da moralidade sexual, e também é o veículo por onde as ações efetivas do grupo são realizadas. Para os nossos propósitos, nós vamos definir Männerbund como um grupo de homens organizados em uma hierarquia orgânica derivada do instinto masculino de competitividade. A Männerbund é formada rapidamente e naturalmente entre qualquer grupo de homens pois é previsto pelo instinto masculino de competição.


Homens, longe de serem indivíduos atomatizados com gostos e preferências puramente racionais, tem instintos despertos e conspícuos em direção a competição e – mais importante – hierarquia feita através da competição. Em outras palavras, o natural e comum estado dos homens entre homens é a hierarquia, porque hierarquia é o resultado da competição, e homens competem instintivamente um com o outro. O instinto competitivo masculino permeia a interação homem-para-homem. Dois homens vão instintivamente se unir uns com os outros de todas as maneiras possíveis até que um deles se submeta à autoridade percebida do outro. Não há necessidade de ser discreto sobre isso, uma vez que essa “disputa”, dimensionamento e competição podem ser sutis e intelectuais, assim como pode ser agressiva e violenta. Se a submissão é amigável ou pós-briga é uma questão de gosto. Caras lutam por autoridade. Gorilas machos o fazem também. Esportes e Guerras são somente versões em larga escala do mesmo comportamento estimulado pelo mesmo instinto nos humanos.


O instinto competitivo é saudável e necessário para a ordem apropriada. Um grupo de homens competirão uns com os outros implicitamente e explicitamente até uma hierarquia não-verbalizada se formar baseada numa autoridade percebida. Especular sobre a origem do instinto não requer o cérebro de Charles Darwin – competição é uma lei básica da natureza, e homens que competem em um grupo coeso superam homens que vão sozinhos. O instinto para hierarquia é tão natural quanto o instinto de fome. Mais importante notar que mulheres não possuem esse instinto competitivo de jeito nenhum, por uma questão historica e evolucionária que são facilmente imaginadas – com que frequência mulheres foram conquistadoras, e com qual frequência elas foram prêmios dos conquistadores?


Há uma tendência entre as pessoas modernas em evitar pensar nelas como elas são e pensar nelas como se fossem uma entidade desencarnada que existe somente num Espaço de Ideias e no Espaço da Mídia Social. Quanto mais jovem alguém é hoje, mais propenso é que eles sintam que mudar o texto no “No que você está pensando?” do facebook é uma declaração profunda – Facebook é a vida real, vida real só é real se for fotografada e publicada eletronicamente em algum lugar, etc. Eu provavelmente não sou o único que escutou uma não-celebridade se referir a eles como “Marca pessoal”.


Apesar disso, humanos existem primeiramente num espaço-real, e não num espaço de ideias ou de midia social, e como todas as coisas vivas, são irreversivelmente adaptadas a ocupar e sobreviver em espaços reais, e, quando recursos permitem, expandir isso. A natureza do universo nos força a acumular espaço físico e recursos, não “Gostei”s.


Mantenha em mente a inescapável dimensão territorial da existência humana, é claro que competições do passado por territórios foram ganhas por grupos de homens competindo em um grupo coeso, não homens competindo sozinhos. A forma de uma Männerbund é sem dúvida a de uma gangue ou de um time de homens que atuam coesivamente para defender e expandir um perímetro, e as facetas essenciais da masculinidade civilizada são sem sombra de duvidas derivadas dos comportamentos necessários para defender e expandir um perímetro em um grupo de homens – coragem, honra, disciplina, força, e assim vai... Quando penso sobre as Männerbunds atuais, o “perímetro” pode ser metafórico mais do que físico, mas os princípios e mecanismos de cooperação continuam os mesmos.


Para clarear, nós podemos falar de uma Männerbund que não é primordialmente um time de defesa territorial, apesar de que todas as Männerbund formadas hoje descendem de alguma parte da sua forma original. Além disso, a Männerbund não necessariamente precisa ser formalizada ou permanente. A Männerbund forma um elo fraco por um curto período de tempo porque isso é a rede de relacionamento homem-para-homem que necessariamente existe entre dois ou mais homens interagindo. 5 homens que se conhecem por uma semana numa ilha deserta terão uma Männerbund por essa semana, mas talvez não depois de terem sido resgatados. Essa Männerbund vai de forma fraca e teorética continuar existindo. 5 homens que cresceram juntos e vão para o casamento um dos outros depois de 25 anos terão uma Männerbund muito mais forte.


Uma gangue de homens que defendem um perímetro em uma base de vida ou morte é provavelmente a forma mais forte de uma Männerbund, em relação as suas raízes históricas. É só perguntar a um veterano. Se você quer o florescimento e uma civilização humana de longa duração, você estará mais interessado em formar Männerbunds fortes e duradouras.


A männerbund é também a fonte da moralidade sexual, que na verdade é um derivado dos direitos de propriedade, desde que a mulher é naturalmente propriedade do homem – seja dos pais ou dos maridos. Supondo que você tem um bom amigo. Suponha que esse amigo tenha uma namorada. Você canta a namorada do seu amigo bem na cara dele? Não? Por que não? Ela não é um indivíduo livre aproveitando todos os direitos garantidos a ela pela sociedade democrática liberal, incluindo o direito de aceitar e recusar investidas sexuais sem consentimento? Ela não tem que aceitar suas “investidas”, mas porque é errado simplesmente fazer? A razão é que a namorada do seu amigo é propriedade do seu amigo, e se vocês dois são amigos, você é membro de uma Männerbund entre pelo menos dois homens. Ela é “dele”, não sua, e paquerar ela seria tão ruim quanto “investir” na carteira do seu amigo.


Esse pequeno exemplo ilustra como mulheres são naturalmente propriedade dos homens, não requer formalidade ou afirmações do Estado para serem certeiras. Na verdade, esse pequeno exemplo é um exemplo em pequena escala de civilização. Com dois homens e uma mulher, o meio correto de resolver o problema de competição por parceiros é a Männerbund e o respeito instintivo resultante pelos direitos de propriedade e o subconjunto específico dos direitos de propriedade que regem os parceiros. Se você quer civilização, você precisa de ordem, e a ordem - ao contrário das proclamações piedosas de alguns - é freqüentemente mais estável quando é instintiva e não dita.


Se não fosse pelo Estado-Catedral e os privilégios legais e econômicos dado as mulheres sobre os homens no Ocidente, esse exemplo de ordem poderia ser facilmente de uma escala de 3 pessoas para 300 pessoas, 3 mil pessoas ou 3 milhões. Durante a transição de 3 para três bilhões, iria requerer alguma camada cultural ou religiosa, mas por debaixo do arranjo biológico/político-social continuaria o mesmo. O mais básico arranjo social que funciona entre os humanos é a Männerbund. A única unidade menor que uma Männerbund é o homem, não o indivíduo, mas o homem.


Pode ser argumentado que a familia(especialmente a família nuclear) é a mais básica unidade político social do que a Männerbund, mas essa abordagem é incorreta. Parafraseando Mencius Moldbug, Hominídios precisam de governo e politica porque hominídeos são sociais e violentos. Para esclarecer Moldbug, hominídeos precisam de governo e política porque hominídeos machos são sociais e violentos. A mulher de um homem e criança são extensões do homem e dependem da capacidade do homem por violência em seu nome, i.e. da capacidade do seus homens para defender fisicamente de outros homens. Mulheres e crianças são sociais mas sua capacidade por violência – física, mas também psicológica – é desprezível comparada com a dos homens, e por essa razão eles são de facto propriedade, não agentes políticos por si mesmos. A Männerbund, não a família, é a mais básica unidade político-social funcionando.


Uma sólida e confiável Männerbund é uma necessidade para todo homem. Nenhum homem é uma ilha, eles dizem, e um homem sem uma Männerbund local terá uma capacidade profundamente limitada quando se trata de proteger sua propriedade e legado. Os defensores individualistas da neomasculinidade estão errando em um ponto já: nenhum homem é mais “alfa” do que a Männerbund. Sem a Männerbund, um homem não pode controlar sua mulher, ele não pode garantir a segurança da sua propriedade imóvel no caso de uma falha do estado(deliberada ou não), e sem a segurança da sua mulher ou propriedade, ele não pode assegurar o futuro das suas crianças.


Supondo que seu nome é Bob. Supondo que você tem um superpoder que permite você se clonar mas permanecer no controle total de você e seu Bob clone ao mesmo tempo. Supondo que esse poder permite que você clone infinitos exércitos de Bobs, que você controla todo o tempo com perfeita clareza da mente. Você e seu telepaticamente controlado clones de Bob teriam custos zero de coordenação, e seriam capazes de coesivamente agir como um grupo para derrubar governos, dominar continentes, e estabelecer um Bob Reich de mil anos.


A männerbund é como você tenta aproximar o superpoder de Bob com homens que não são seus clones telepáticos – assegurando direitos de propriedade e moralidade sexual, você e seu amigo não-tão-Bob se aproxima do poder de clonagem infinita do Bob, e agindo em uma orgânica estrita hierarquia, você e seu amigo não-tão-Bob aproximam-se do poder de controle de mente que reduz os custos de coordenação para 0.


Uma sólida Männerbund moderna segue um processo de formação razoavelmente simples. Um número de homens com ancestralidade similar, atitudes e temperamentos, testam uns aos outros, organizam-se em uma hierarquia informal, e começam a arriscar como um grupo. Com riscos, eu quero dizer com um incerto resultado. Pequenos riscos como beber pela cidade leva a riscos intermediários como jogar no mesmo time de esportes ou ir treinar, atirar, lutar boxe juntos, e esses riscos levam a riscos maiores, como começar um negócio juntos, ou numa observação mais histórica, formar um grupo de guerra e invadir uma terra bárbara juntos. Confiança é o fruto de riscos bem sucedidos. Respeito é confiar em outro homem. A confiança exige um histórico de riscos bem sucedidos e compartilhados. Risco é o substrato da amizade, da lealdade, da competição, da hierarquia, e da Männerbund.


Grandes riscos levam a grandes recompensas e a grande fortuna, e eles só podem ser efetivamente realizados por grupos de homens que estão ligados entre si, implícita ou explicitamente. Uma cooperação e ação efetiva em larga escala devem ser empreendidas por Männerbund.



Autor: Mark Yuray. Post original aqui.


RE: Männerbund 101 - Gilgamesh - 08-05-2018

Se agrupar como clã ... Buscar atingir respeito e admiração ,entre aqueles que respeitamos e admiramos, para nos tornar-mos igualmente dignos de respeito e admiração...

Olha , o que o autor do texto descreveu a meu ver , em fundamentos modernos , a escola é a adolescência, e como ela nos molda é como nos moldamos a ela, e como vamos passar a agir daí para adiante. Nos afirmar dentro de qualquer grupo, significando nos firmarmos como indivíduos que ao seguir exemplos nos torne-mos dignos de ter os feitos e atitudes seguidos . Se fosse a 500 anos atrás, talvez ser candidato á lenda ou objeto de canções e poesias. Será esse o objetivo do autor ?


RE: Männerbund 101 - Gilgamesh - 08-05-2018

O politicamente matou , hoje, o senso de individualidade, através do assassinato da vontade. Substituímos tantos valores ,como a competição por ser melhor em algo, nem que fosse só por onda, só pra sacanear, essa competição saudável, que levava , e ainda leva, os garotos a competir, a brigar, , buscar superação individual para se achar como indivíduo digno de seus pares.

Hoje vivemos o culto da fraqueza, da humildade, do dever de exaltar o que não somos, não queremos é não somos pra nos tornarmos o que jamais deveríamos ser.


RE: Männerbund 101 - Björn - 09-05-2018

Acredito que o objetivo do autor é resgatar o conceito de "Männerbund". Você já se perguntou porque os homens(digo do ponto de vista clássico e não moderninho) é visto normalmente pelas mesmas características? Fala pouco, emoções sob seu controle, coragem, etc. ? São características essenciais ao caçador, dentro de um grupo de caçadores(i.e. Männerbund) e que foi benéfica e necessária no desenvolvimento da civilização.
Destruir a civilização é destruir os laços que os homens criam entre si, inclusive isso entra um pouco no outro post que vou tentar traduzir.


RE: Männerbund 101 - Héracles - 09-05-2018

Muito bom @Bjorn, por trazer esse conceito a tona. Männerbund era um tema que eu pretendo escrever no meu blog, inclusive já comecei algumas coisas mas estou meio sem tempo, se vc não se importar vou postar essa sua tradução lá.

A única forma de fugirmos das garras da modernidade e tomarmos conta das nossas vidas genuinamente é entender e por em prática essa organização social de Männerbund, e não dependermos do governo para nada mais.

A a pergunta do milhão sobre essa questão toda é:

COMO FAZER ISSO HJ EM DIA? NÃO DIGO APENAS DISCUSSÃO NA INTERNET, MAS COMO FAZER ISSO NA VIDA REAL? POR ONDE COMEÇAR A MANNERBUND PRÁTICA, DADO A CONSTITUIÇÃO DAS NOSSAS VIDAS MODERNA?


RE: Männerbund 101 - Björn - 09-05-2018

(09-05-2018, 12:09 PM)Héracles Escreveu: Muito bom @Bjorn, por trazer esse conceito a tona. Männerbund era um tema que eu pretendo escrever no meu blog, inclusive já comecei algumas coisas mas estou meio sem tempo, se vc não se importar vou postar essa sua tradução lá.

A única forma de fugirmos das garras da modernidade e tomarmos conta das nossas vidas genuinamente é entender e por em prática essa organização social de Männerbund, e não dependermos do governo para nada mais.

A a pergunta do milhão sobre essa questão toda é:

COMO FAZER ISSO HJ EM DIA?  NÃO DIGO APENAS DISCUSSÃO NA INTERNET, MAS COMO FAZER ISSO NA VIDA REAL? POR ONDE COMEÇAR A MANNERBUND PRÁTICA, DADO A CONSTITUIÇÃO DAS NOSSAS VIDAS MODERNA?
Eu leio seu blog @Héracles , por mim, quanto mais espalhar esse conceito melhor!

Eu não sei se a resposta pra sua pergunta é muito simples, já que existem várias formas(que eu acredito que se reforçam), assim como várias ferramentas para atingir esse objetivo. Eu acredito que sempre deve-se começar pelas mudanças individuais, e que a segregação(não estou falando racialmente) deva ser amplamente aplicada. Afinal, se eu quero me tornar forte, eu não deveria me misturar com fracos que querem continuar fracos.

E você, como fazer isso hoje em dia?

Obs: Vou postar uma outra traducão, possivelmente hoje, que acredito entrar na sua pergunta também.


RE: Männerbund 101 - Gilgamesh - 09-05-2018

A resposta seria ter um bom senso de seletividade ligada ao utilitarismo pessoal, através do qual formamos uma rede genuinamente útil e que nos dá prazer em fazer parte da mesma ?
Pra entender o conceito só consigo se pensar em um país como a Noruega há uns 1500 anos.  Um reino formado por amontoados de clãs locais,unificados por uma mesma língua, costumes parecidos e a servir o mesmo rei.  Cada clã de guerreiros tinha um chefe guerreir, e deviam obediência a um rei guerreiro.

Esse nunca foi o DNA do Brasil. O que podemos fazer é não distribuir respeito indiscriminadamente. Respeitar algo só é digno se enxergamos valor nesse algo, e a mediocridade exige o mesmo respeito o que deturpa e nubla a visão correta desse ato.
Cortemos toda a mediocridade pra começar a ter um ambiente mais digno de respeito e orgulho, da mesma forma que fugimos do ar poluido para o ar puro.


RE: Männerbund 101 - Baralho - 09-05-2018

Bom tópico, então o Mannerbund teria sido uma organização de valores éticos e morais, não escritos, mas tacitamente aceitos em um determinado território, que poderia vir a ser uma nação.

Pode ter antecedido a criação do Direito saxão [?], se assim puder-se definir, e antes deste, às figuras do Althing islandês [?] do século X, por exemplo.

P.S. Os [?] indicam que o post retrata uma impressão, a priori, e não exatamente um parecer fechado, concluído.


RE: Männerbund 101 - loeb - 10-05-2018

Muito bom! Valeu por compartilhar Confrade.

Achei esse Artigo sobre os Berserkers, há algum tempo:
http://www.osentinela.org/2018/03/eduardo-velasco-soldados-da-besta-os.html?m=1


RE: Männerbund 101 - Jaguar Paw - 10-05-2018

A qualidade de qualquer sociedade é a qualidade dos seus homens. As mulheres apenas dançam conforme a música que tocamos.

Roma não caiu porque os bárbaros invadiram o seu território, mas porque os homens romanos - dos quais se dizia, em sua ascensão, que comiam sem olhar para o que havia em seus pratos - passaram a exigir pão e circo do estado.

E são os descendentes dos homens, que têm consciência disto, que herdarão o que restar do Ocidente.


RE: Männerbund 101 - Héracles - 10-05-2018

(09-05-2018, 01:38 PM)Björn Escreveu: E você, como fazer isso hoje em dia?

Não me fiz bem claro, mas a pergunta não foi específica a VOCÊi, mas a NÓS enquanto uma "proto" Männerbund. O que o realista poderia fazer para começar a por isso em prática? Eu particularmente não sei muito bem por onde começar, pq na internet já é mais fácil as coisas e temos a impressão que açgo está sendo feito, MAS NÃO ESTÁ!. Como disse o Donovan num dos seus textos, pouco adianta nós termos esse entendimento, comentarmos e compartilharmos esses temas, enquanto ainda dependemos de bancos, ainda vivemos sobre o domínio do estado em todos os sentidos, isso se torna apenas um passatempo divertido e estimula nossos prazeres, nos faz paracer que fazemos parte de algo que na realidade não existe, é uma espécie de pornografia, não é uma ameaça real uma vez que falamos desse assunto, mas continuamos vivendo as nossas vidas confortavelmente da mesma forma.

Ou seja, Männerbund envolve muito mais sacrifícios do que possa parecer num primeiro momento. É uma renuncia da vida (num aspecto extremamente amplo) que estamos acostumas em todos os sentidos, não apenas pensar diferente em alguns pontos de vista, acessar o fórum e votar no bolsonaro. É uma renuncia a tudo que esteja atrelado ao estado de alguma maneira. É a construção de uma nova vida, literalmente, não apeans novas ideias.

Mas este seira o ponto final do processo, nos encontramos no início. Talvez parar de andar com idiotas que te puxam para baixo e focar no desenvolvimento, principalmente o financeiro e físico para ter acesso e meios de um dia começar a criar uma sociedade como quem cria uma associação, por exemplo, seria o primeiro passo. Pq sem recursos, sejam ele material e humano, nada vai mudar. Por isso esses dois pontos são fundamentais para a Männerbund existir algum dia, quem sabe.


RE: Männerbund 101 - Spectro - 10-05-2018

Estamos falando de civilizações milenares, o BOSTIL tanto pela sua formação lixosa de colônia portuguesa, antro de bandido, variola e DST está passando por uma fase de piora cultural, devemos chegar ao fundo do poço no quesito voto de confiança e honestidade pra então reacender as boas práticas....isso ocorreu por exemplo na europa, mas na época das invasões bárbaras a milenios atrás.

O brasil só vai tomar jeito mesmo daqui a 500 anos ou mais, nascer no Brasil só não é um azar pior que nascer na Africa subsaariana.
Aqui a chinelagem toma conta mesmo, não tem oque fazer.