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Eleições 2018. - Versão de Impressão

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RE: Eleições 2018. - Gorlami - 12-09-2018

(12-09-2018, 09:45 PM)Spectro Escreveu: Não eh questão de ser isentao, até um chegado meu esquerdista chama quem não vota no Haddad mas vota no Boulos de isentão.
Votar no amoeba não é questão de ser isentão é questão de burrice, votar nele dilui voto do bolsonaro.
Aliás o amoedo é liberaloide de merda, isso eh uma merda.

O cara que se diz liberal e quer impostos tem mais...

Tem mais é que se foder, e vá queimar a rosquinha onde bem entender (o Amerdelho, no caso).


RE: Eleições 2018. - thothenki - 12-09-2018

(12-09-2018, 05:41 PM)Senna Escreveu: Como ficou aquela história do Dória zerar a fila de exames em SP?

Tirou o povo de uma fila e jogou em outra.

Zerou exames, povo saiu com um monte de papel com resultado na mão, aí não tem especialista pra acompanhar tratamento e fazer cirurgia em toda essa gente na rede pública. 

Resultado: tem diagnóstico, mas não tem tratamento e cirurgia...

É impossível que um sistema de saúde pra um caralho do tamanho do Brasil cubra tudo que é coisa e ainda consiga pagar uma nação de profissionais pra atender todo o povo como se fosse sistema particular. Humanamente impossível, a não ser que fossemos uma Cuba onde todo profissional de saúde é escravo do governo.

Tem muita gente que vai morrer em fila de espera e não vai conseguir se tratar ou fazer cirurgia, é isso que é a realidade do Brasil.


RE: Eleições 2018. - Bruno Padilha - 12-09-2018

Ninguém é isentão na hora de criticar o Bolsonaro e fazer de tudo pra votar em qualquer um menos ele.
Nessa eleição, ou é Bolsonaro ou é qualquer adversário do Bolsonaro. Simples assim.
Isentões de verdade são os 20% que SEMPRE, até em eleição pra vereador da putaquepariu, votm nulo, branco ou não votam, alguns até porque mudaram de cidade e não transferiram ou outro motivo.

Fazendo uma projeção realista de segundo turno, contra haddad ou SPCiro, provável cenário do primeiro turno em votos válidos:

Bolsonaro + Amoedo + Daciolo + PPL = 35%
Haddad + Ciro + Boulos + PSTUvaitomanocu = 35%
Alckmin + Marina + Alvaro + Meirelles = 30%

Supondo que Bolsonaro herde a maioria dos votos de Alckmin e o esquerdão herde a maioria dos votos da marina de forma proporcional, o que definirá são os votos de Alvaro Dias e Henrique Meirelles que, acredito, tendem mais ao Bolsonaro do que para o pt, mesmo que esses candidatos declarem apoio para outro candidato. Nas últimas eleições, a marina surpreendentemente declarou apoio e fez campanha junto com o candidato de "oposição" ao pt, mesmo assim boa parte dos votos dela foi pro pt. Em vários estados e cidades, mesmo políticos consagrados defendendo uma candidatura, seu eleitor vota em outro candidato, às vezes oposto.
Eu apostaria em 52x48 no segundo turno.


RE: Eleições 2018. - Digons - 12-09-2018


haha haha


RE: Eleições 2018. - Gorlami - 12-09-2018

(12-09-2018, 11:14 PM)Digons Escreveu:
haha haha

"Fui chamado pra dar o cu, e fui" - Meirelles, Henrique. Oco

;'D'D


RE: Eleições 2018. - Tyrant - 13-09-2018

(12-09-2018, 10:49 PM)Bruno Padilha Escreveu: Eu apostaria em 52x48 no segundo turno.

Resultado propício a uma Esmartimaticzada.


RE: Eleições 2018. - xandysmaster - 13-09-2018

sempre voto em branco e nulo pq nao sou obrigado a escolher um "menos pior", acho um absurdo ter q eleger alguém pra nos extorquir ou nos roubar, mas esse ano, o Bolsonaro me fez ver que ainda ha esperança no quesito " início "de mudanças". Um cara como ele de candidato nos dá uma nova carga na bateria de.mudanças.

Em todos os programas d rádio e tv, nos sites e debates parece ser o msm papo d louco de anos, sempre a msma ladainha, mas esse ano o Bolsonaro se mostrou um cara que entrará, não pra arrumar jma cagada d 500 anos, mas sim, COMEÇAR  a arrumar as coisas. Vejo isso como primordial.

O começo d mudanças pode ser um pontapé, pros próximos presidentes, a seguir essa msm linha até que possamos ter em fim um lugar menos podre pra viver e criar nossos filhos.

Se ninguém começar, a festa vai continuar mas nao para nós.


RE: Eleições 2018. - Thanatos - 13-09-2018

Eu vou votar no Bolsonaro, mas acho que com a Smartmatic não vai vencer o mais popular e sim o mais interessante pro (deep state)


RE: Eleições 2018. - King Wolf - 13-09-2018

Ja perceberam uma crescente onda a favor do Ciro Gomes, encabeçada por esquerdistas que não poderão votar no Lula por ele estar preso ? Eu considero o Sardinha o mais perigoso de todos que estão ali, ele chegando no poder vai destruir o pais muito rápido, já imagino o Dollar chegando a 6 reais logo no anuncio de sua vitoria, e indo para 8 ao final do primeiro ano de governo.


RE: Eleições 2018. - Corpsegrinder - 13-09-2018

MITO MITO


RE: Eleições 2018. - Daredevil - 13-09-2018

Nessa reta final, as mulheres apoiadoras do Bolsonaro saíram do armário, é perceptível. Elas tomaram o facebook.


RE: Eleições 2018. - Ermac - 13-09-2018

Essas eleições vai ser o divisor de águas quanto a procedência da Smartmatic. Se o Bolsonaro perder as eleições, estará claro a fraude. E muito provavelmente os brasileiros irão para as ruas. Eu só vejo as pessoas falando que vão votar nele. A esquerda está extremamente fraca. Se a esquerda ganhar, pode ter certeza que o verdadeiro golpe será esse.


RE: Eleições 2018. - King Wolf - 13-09-2018

Concordo Ermac, e isso não é de hoje, a quase 2 anos atras as pessoas já falavam muito do Bolsonaro, conforme a eleição se aproxima os adeptos só aumentam.

Recentemente fui a um aniversário em um bairro de baixa/média renda onde eu não conhecia praticamente ninguém por la, o assunto predominante era Bolsonaro, sendo a maioria favorável a ele. Na mesma rua do aniversário, em outra casa, vi um grupo na calçada onde um dos sujeitos diz para os outros "só tem o Bolsonaro para votar".

As pessoas estão cansadas dos políticos tradicionais, querem alguém com atitudes mais enérgicas e completamente diferentes das que são tomadas hoje em dia.


RE: Eleições 2018. - Baralho - 13-09-2018

SERVIÇO SECRETO SOVIÉTICO TENTOU CAUSAR GUERRA CIVIL NO BRASIL EM 1961.

São Paulo 6 JUN 2018 - 16:51 BRT

Jânio Quadros ainda não tinha sido eleito presidente do Brasil quando, em visita a Moscou, em 1959, fez uma promessa ao tradutor que o acompanhava na viagem pela União Soviética: "Quando eu chegar ao poder, e chegarei com 100% de certeza, você será o primeiro a receber o visto". O presidente eleito no ano seguinte nunca saberia, mas Alexandr Ivanovich Alexeyev, que atuara como seu tradutor, era um agente da KGB, a agência de inteligência soviética. Parte dessa história, que culminaria na retomada das relações do Brasil com a União Soviética em 1961, é contada no livro 1964 - O elo perdido (Vide Editorial, 2017), publicado no início deste ano. A obra é fruto da primeira investigação brasileira nos arquivos do serviço de inteligência da antiga Tchecoslováquia, o StB (sigla para "Segurança Estatal"), feita pelo paranaense Mauro Kraenski em parceria com o tcheco Vladimír Petrilák. Submetida à KGB, a StB atuou na América Latina durante a Guerra Fria e seus arquivos servem como aperitivo das ações soviéticas no continente, já que os documentos de Moscou seguem restritos.

"Não há praticamente nada de pesquisa sobre a União Soviética nesse período", comenta o professor Carlos Fico, do departamento de história da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele diz que não há muito interesse sobre o assunto, e cogita que seja por conta da pouca interferência soviética no país. Kraenski chegou aos arquivos tchecos por acaso. Trabalhava como guia no Memorial e Museu Auschwitz-Bikernau, o antigo campo de concentração nazista na Polônia, e se interessou pela história do país. Ao topar com a circulação de informações erradas sobre os soviéticos no contexto polonês, decidiu buscar informações em relação ao Brasil. Procurou na Polônia, mas foi encontrar material mesmo na República Tcheca.

Para conseguir adequar o polonês que ele fala ao tcheco dos documentos, o pesquisador se associou ao tradutor Vladimír Petrilák. Os dois montaram um sitepara divulgar o resultado das pesquisas e receber contribuições, já que não encontraram nenhuma instituição governamental ou acadêmica disposta a patrocinar a investigação. E qual foi a grande descoberta dos arquivos pela perspectiva dos pesquisadores? “Talvez seja o fato de saber pela primeira vez sobre a atuação de espiões de serviços de inteligência do bloco soviético no Brasil. Ou descobrir que houve brasileiros que, segundo os documentos, colaboraram — de forma consciente ou não, depende do caso — com esse serviço de espionagem estrangeiro”, responde Kraenski, que ressalva algumas vezes ao longo do livro: todas as informações dos arquivos secretos devem ser consideradas com cuidado. Muitas delas não têm fontes alternativas para confirmação, mas, mesmo assim, ele argumenta, são fonte relevante sobre o período.

Serviço de inteligência

Os autores do livro se concentraram na pesquisa dos documentos do I Departamento da StB, responsável pelo serviço de inteligência no exterior, onde descobriram que uma rede de 30 agentes e cerca de 100 "figurantes" — potenciais agentes que colaboraram com o serviço de inteligência sem saber — atuou no Brasil de 1952 a 1971. “O serviço de inteligência tchecoslovaco determinava objetos ou alvos de interesse, com o objetivo de entrar, infiltrar ou penetrar operacionalmente através de sua rede de agentes para aquisição de informações ou materiais relacionados com determinadas tarefas", diz Kraenski. Entre os principais alvos estavam o Itamaraty, o Governo federal e o parlamento, além de instituições como a Petrobras, o Exército e o BNDES. Os soviéticos buscavam brasileiros de perfil nacionalista e antiamericano, mas que não tivessem laços tão evidentes com o Partido Comunista Brasileiro, e usavam desde o argumento ideológico e o oferecimento de presentes até o pagamento de honorários e estratégias de chantagem baseadas em informações constrangedoras.


Entre as operações mais ousadas do serviço de inteligência tchecoslovaco, os autores incluem a intermediação de armamentos para o Brasil, a falsificação de documentos para implicar os Estados Unidos no golpe de 1964 e o financiamento de ao menos um jornal, como parte de um projeto — maior e não finalizado — que tinha como meta criar uma emissora de tevê e uma rádio de alcance continental. O envio de 20.000 metralhadoras de produção tcheca para o Brasil acabaria acontecendo sem a interferência direta da StB e chegou a virar assunto no parlamento brasileiro à época. Os documentos também expõem como os tchecos, sempre interessados em disputar com os Estados Unidos a influência na região, atuaram no Brasil para melhorar a imagem do regime cubano pós-revolução e até criaram uma operação para reagir, em 1961, a um possível golpe de Estado.



"O camarada ministro confirmou a operação ativa I-V de criptônimo LUTA, cujo objetivo é causar demonstrações e tumultos antiamericanos e — em caso de seus surgimentos — causar uma guerra civil no Brasil. Um dos objetivos desta operação ativa é fazer com que representantes nacionalistas tomem o poder no Brasil", diz documento de 23 de outubro de 1961 exposto no livro. A operação, que envolveu contatos com o então governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola e as Ligas Camponesas lideradas por Francisco Julião, durou apenas seis meses, de novembro de 1961 a abril de 1962, e provavelmente foi encerrada quando os responsáveis perceberam a dificuldade de executá-la.

O golpe

A pesquisa de Kraenski e Petrilák mostra ainda que os tchecoslovacos foram surpreendidos quando os militares tomaram o poder na virada de março para abril de 1964. A falha do serviço de inteligência em antecipar a derrubada do presidente João Goulart foi atribuída posteriormente à falta de contatos entre a direita brasileira. Nos relatórios internos, os agentes destacaram a "hesitação típica de Goulart e a sua incapacidade de levar as coisas até o fim" como motivo de uma queda sem reação. "Não se podia sequer falar em derrota, pois a derrota pressupõe uma luta, e no Brasil houve somente uma tomada pacífica de poder pela direita", diz um trecho do mesmo documento, um relato sobre o golpe de Estado destinado apenas à elite do partido comunista tchecoslovaco.

As atividades soviéticas no Brasil sofreram um grande abalo após a tomada de poder pelos militares. Os agentes tchecoslovacos, que contavam entre seus contatos com jornalistas, funcionários públicos e até um deputado federal, tiveram de se retrair. Vários de seus "figurantes" se refugiaram em embaixadas estrangeiras e no exterior ou perderam os cargos que lhes garantiam relevância. O serviço seguiu por pelo menos mais sete anos, contudo, e seus registros ajudam a entender o clima de desconfiança e medo que levou o país a passar 20 anos sob o jugo de um regime militar. E esse é apenas o início da história do lado soviético. Kraenski diz que ainda há material para ser pesquisado no arquivos e, assim como ocorre no Brasil, desconfia-se que os documentos que os tchecoslovacos registram como destruídos possam estar guardados em algum lugar não identificado.

Fonte: El pais.


RE: Eleições 2018. - Gorlami - 13-09-2018

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Caralho! Vou pesquisar isso com mais calma depois.

E fica a pergunta: Porque será que ninguém quis investir nessa pesquisa?

Aparelhamento a todo vapor.


RE: Eleições 2018. - Jaguar Paw - 15-09-2018

Ciro ou Haddad enfrentarão o Bolsonaro no segundo turno. Agora só falta a definição de qual dos dois será.

Aposto minhas fichas no Haddad, segundo o meu serviço de informações, o pt está levando muito a sério a tarefa de transferir os votos do Lula para o dito cujo, lá onde isto realmente interessa, no Nordeste.

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/09/bolsonaro-vai-a-26-haddad-e-ciro-tem-13-diz-datafolha.shtml


RE: Eleições 2018. - Hughes - 15-09-2018

É interessante, Haddad é de São Paulo, e Ciro do Ceará, mas Haddad terá mais votos que Ciro no Nordeste e Ciro terá mais votos que Haddad no Sudeste e talvez até em São Paulo.

Em São Paulo Haddad ficará em terceiro ou quarto, o que será utilizado pelo Bolsonaro caso o Haddad for pro segundo turno, a idéia é aquela, "quem conhece o Haddad não confia, nem em SP votaram nele no primeiro turno".

Também acredito num segundo turno Bolsonaro vs Haddad, o que pro Bolsonaro é bom, já que muitos que não gostam dele e vão de outro candidato nesse primeiro turno , mas odeiam o PT irão votar no Jair, por outro lado é um risco enorme pro Brasil seguir com a possibilidade de ter o PT por mais quatro anos, nesse cenário, o segundo turno seria uma Guerra.

Se o Ciro Gomes fosse macho batia de verdade no Haddad, e não essas"criticas" que fez hoje que mais parecem elogios, mas é só garganta e aceitará passivamente ser ultrapassado pelo PT.


RE: Eleições 2018. - Smith - 15-09-2018

AWAY


RE: Eleições 2018. - Young Meyer Lansky - 15-09-2018

Meu pai que é nazipestista doente votara no Bolsonaro ( ele está revoltado com os candidatos políticos e não curtiu as propostas do Haddad)
Ontem eu estava em um supermercado e o assunto era politica, o atendente do caixa disse que votaria no Bolsonaro e as pessoas que estavam na fila também disseram que votariam nele.
Eu sou a pessoa mais insenta do mundo em relação a religião e a politica, mas esse ano meu voto é 17.
Aqui no meu bairro de classe media baixa alguns já se manisfestaram a favor do ''mito'', inclusive tem um negão que mora aqui perto que apoia o Bolsonaro e já saiu na porrada com alguns esquerdistas da faculdade UHUEHEHUHEHUEHUEHUE


RE: Eleições 2018. - Bruno Padilha - 15-09-2018

(15-09-2018, 06:49 PM)Young Meyer Lansky Escreveu: Meu pai que é nazipestista doente votara no Bolsonaro ( ele está revoltado com os candidatos políticos e não curtiu as propostas do Haddad)
Ontem eu estava em um supermercado e o assunto era politica, o atendente do caixa disse que votaria no Bolsonaro e as pessoas que estavam na fila também disseram que votariam nele.
Eu sou a pessoa mais insenta do mundo em relação a religião e a politica, mas esse ano meu voto é 17.
Aqui no meu bairro de classe media baixa alguns já se manisfestaram a favor do ''mito'', inclusive tem um negão que mora aqui perto que apoia o Bolsonaro e já saiu na porrada com alguns esquerdistas da faculdade UHUEHEHUHEHUEHUEHUE

Esse sim é um isentão que eu respeito.

Não aqueles que vivem sempre criticando o Bolsonaro e preferem fingir votar em qualquer candidato "antiesquerda" sem chance de vencer, só pra atrasar pro Mito, depois vão arrumar alguma desculpinha pra votar em algum esquerdista confesso ou pra votar nulo só pra não votar no Bolsonaro.